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Barbara Gancia

Jornalista e integrante do time de apresentadoras do programa Saia Justa, Barbara Gancia já integrou redações conceituadas, tendo passado pelo Estadão, Folha e revista Vogue. Confira seus pitacos, frases e opiniões.

10/10/1957
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Do bem

Barbara Gancia, sobre o chef Jamie Oliver

Garanto que ele é um cara bem mais legal ao vivo do que o que aparece na TV. Isso é uma raridade, aliás, diria que é quase uma aberração. Já conheci dezenas, ou centenas, chegando a milhares de famosos nos meus 56 anos de vida. E acho que esse foi um dos únicos casos de um superstar mais gente boa na vida real do que em cena.

Rolezinhos

Barbara Gancia

A obscenidade das portas cerradas em pleno sábado é expressão da histeria que domina a psique do urbanóide acuado. A engenheira Lucia Santos dá sua receita para o tema: “Deveriam começar a controlar a partir da internet”.

Lembro a ela que existem casos de estudantes brancos, de “bixos” (pessoal da FEA no Eldorado, está no YouTube) que fazem fuzarca, mas que ninguém chama polícia ou entra em pânico com isso.

Crítica

Barbara Gancia, sobre o filme "50 tons de cinza"

O tal Christian Grey do ator Jamie Dornan tem meio metro de altura, tipão de mascote de "boy band" e só condiz com o macho viril e dominador se o paradigma for o Justin Bieber.

A heroína, Anastasia Steele, criada pela atriz Dakota Johnson, é igualmente improvável. O único recurso dramático de que usa para nos convencer de que está sedenta de amor é morder o lábio inferior.

Faz você ficar na dúvida se entrou no filme da Cinderela que espera a abóbora se transformar num Mercedes.

A fantasia da virginal Anastasia Steele tem glacê de romance vitoriano ambientado numa fábrica da Mattel.

E mais crítica!

Barbara Gancia, sobre Marília Gabriela

Depois de anos repetindo o mesmo formato, finalmente ela está pagando pela inércia. Sempre ligada no piloto- automático, há anos não faz a lição de casa antes das entrevistas, não se prepara como jornalista para sentar diante do entrevistado. Entra no ar confiando nas fichas com as perguntas que colocam na sua frente e no frescor de seu talento de atriz.

Homossexualidade

Barbara Gancia

Bem, pessoalmente, opto por ser fiel a mim, da forma mais digna e transparente possível, caminhando no sentido contrário das farsas, da impostura e das trevas que me foram impostas pela herança de uma educação católica. O que significa impedir que esses malucos de batina queiram me afastar de Cristo sentenciando que minha homossexualidade não se encaixa no conceito que eles fazem de amor.

 

TV Cultura

Barbara Gancia

Hoje em dia, é mais fácil que uma grande pedra role serra do Mar acima, percorra vários quilômetros pela rodovia dos Imigrantes e venha nos atingir em cheio na cabeça do que um programa dar certo na TV Cultura.

Partidarismo

Barbara Gancia

Há um ódio crescente e tão palpável ao PT quanto um transatlântico que jorra do coração dos "conservadoressauros" na direção daqueles que, juntos são milhões, mas não conseguem nunca acumular mais riqueza do que o famoso 1%.

Nada a temer

Barbara Gancia

Eu não tenho medo de nada. Nem eu nem a minha companheira, Marcela. Não ganho nada além do meu salário nem dinheiro algum da Lei Rouanet. Sou independente, sempre fui.

E mais partidarismo

Barbara Gancia

E o problema lá de Furnas e do Aécio? Há uma montanha de coisas em estados de todas as mais variadas importâncias, está faltando dizer isso a quem, ao Papai Noel? Sim, porque ao papa, pode crer, sendo argentino e odiando a Kirchner como odeia, a esta altura, ele já está ao par de tudo.

Cinquenta tons de cinza

Barbara Gancia

Nos primeiros cinco minutos você já percebe tudo o que precisa sobre "Cinquenta Tons de Cinza": que a humanidade está perdida.

Ah, esse danadinho chamado inconsciente, sempre a nos pregar peças! Se a psicanálise nos ensina que o "eu" não é Senhor nem mesmo dentro do seu próprio quintal, então o livro "Cinquenta Tons de Cinza", de E. L. James, não poderia ter causado comoção mundial. E o inevitável filme que dele originou reforça a ideia de que vivemos dentro de uma espessa nuvem de "cinquenta tons de cinza fumaça" e que não enxergamos um palmo a nossa frente.

A construção dos personagens não se sustenta, sadismo politicamente correto não existe.