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Dia de Nossa Senhora Aparecida

Você conhece a história da imagem de Nossa Senhora Aparecida? Essa página traz todos os detalhes de tudo o que Maria fez em terras brasileiras. Não deixe de conhecer e faça a sua oração.

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Imagem

A imagem ficou na casa de Filipe Pedroso por 15 anos. Ali, os amigos e vizinhos se encontravam para rezar à Nossa Senhora da Conceição. Graças e mais graças começaram a acontecer e a história se espalhava Brasil afora. Por várias vezes, à noite, ao rezarem junto à imagem, as pessoas viam que as luzes se apagavam e depois acendiam misteriosamente. Então, todo o povo da vizinhança passou a rezar aos pés da imagem. Construíram um pequeno oratório em Itaguaçu, que em pouco tempo já não comportava o grande número de fieis que para lá acorria.

Coroação

A 8 de setembro de 1904, a imagem foi coroada com a riquíssima coroa doada pela Princesa Isabel e portando o manto anil, bordado em ouro e pedrarias, símbolos de sua realeza e patrono. A celebração solene foi dirigida por D. José Camargo Barros, com a presença do núncio apostólico, muitos bispos, o presidente da República Rodrigues Alves e numeroso povo. Depois da coroação o Santo Padre concedeu ao santuário de Aparecida mais outros favores: ofício e missa própria de Nossa Senhora Aparecida, e indulgências para os romeiros que vêm em peregrinação ao Santuário.

Atentado à Imagem

Em 16 de maio de 1978, houve uma forte ventania na basílica, o que resultou em um blackout geral, deixando a igreja no escuro. Era por volta de 20:10h quando a escuridão tomou conta por aproximadamente dois minutos. Aproveitando da situação, um jovem protestante de 19 anos chamado Rogério Marcos de Oliveira, quebrou o vidro onde se encontrava a santa e, em meio a gritaria de fiéis, a coroa fica presa nos cacos de vidro resultando no desprendimento da cabeça da imagem e a queda da mesma.

Tumulto

Eis que a luz retorna e em meio ao tumulto, Rogério sai com o corpo da imagem, mas logo após é alcançado pelo guarda da basílica João Batista que o puxa pelo braço. O corpo da imagem então cai no chão estilhaçando-se em pedaços. Rogério foi levado à Santa Casa para tratar dos ferimentos ocasionados pelo vidro e depois encaminhado à delegacia. Dias depois foi internado em um sanatório, sem que se tenha registrado queixa contra ele. Rogério teria ouvido de seu pastor, anteriormente ao atentando, que destruísse todas as imagens que encontrasse, viajando assim para Aparecida com o intuito de desaparecer com a santa.

Aos Trabalhos

No segundo dia dos trabalhos a sala de restauração do Masp foi isolada com cordas, ficava vigiada 24 horas por dia por seguranças e teve o segredo da fechadura trocado, de forma que apenas Chartuni, Bardi, um fotógrafo do Masp e os padre tinham acesso à sala. Inicialmente a artista classificou cuidadosamente as peças, que eram mais de 200, sendo 165 do corpo. Estudou a cola a ser usada, selecionando uma cola argentina à base de epóxi. Começou pelas peças maiores do manto, depois as mãos, que estavam intactas, e assim por diante. A cabeça foi a parte mais crítica, pois o lado direito fora ou esfacelado, transformando-se em pó, ou desapareceram fragmentos na noite da tragédia. Não teve alternativa a não ser esculpir o que faltava do lado direito da face de acordo com exemplares levados pelos padres da basílica.

Às Pressas

Menos de um ano depois, Padre Izidro, que esteve contrariado com como se procedeu a restauração, após ter renunciado mas antes de ter podido se retirar da reitoria do Santuário, subtraiu a imagem, deixando uma cópia no lugar, e a levou para se fazer um molde que a manchou consideravelmente. Então pintou-a com uma camada grossa de tinta automotiva e a devolveu. A restauradora foi novamente chamada às pressas. Retirou a tinta e a restaurou novamente. Dez anos mais tarde, novo evento de retirada de molde, que a encheu de manchas.

O Milagre da Ferradura

Um cavaleiro de Cuiabá, passando por Aparecida, ao se dirigir para Minas Gerais, viu a fé dos romeiros e começou a zombar, dizendo, que aquela fé era uma bobagem. Quis provar o que dizia, entrando a cavalo na igreja. Logo na escadaria, a pata de seu cavalo se prendeu na pedra da escada da igreja (Basílica Velha), vindo a derrubar o cavaleiro de seu cavalo, após o fato, a marca da ferradura ficou cravada da pedra. O cavaleiro arrependido, pediu perdão e se tornou devoto.