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Filmes Remakes

Remakes de filmes são uma grande tendência no cinema. Sejam adaptações de versões estrangeiras para o público americano, uma velha história contada de forma inovadora ou a releitura de algum filme clássico, as regravações seguem fazendo sucesso nas telonas. Conheça essa versões!

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Vanilla Sky

Alejandro Amenábar (1997) e Cameron Crowe (2001)

Um homem rico, que só busca diversão e relacionamentos fáceis, se apaixona pela primeira vez. Mas a história vai muito além de um romance, quando os dois sofrem um terrível acidente de carro. Transitando entre sonhos, ilusões e o drama do protagonista em descobrir o que é real, o filme é cheio de suspense e questões existenciais. A primeira versão do filme era espanhola, e se chamava Preso na Escuridão. A maior crítica à refilmagem americana foi que a complexa história do filme foi excessivamente simplificada para agradar ao novo público. Mas que a versão hollywoodiana teve um alcance muito maior, isso teve. Uma curiosidade é que a atriz Penélope Cruz interpretou a mesma personagem (o interesse romântico) nas duas versões.

King Kong

Filme dirigido por Peter Jackson

Peter Jackson, o diretor de O Senhor dos Anéis, só podia ser a melhor escolha para refilmar a história do macaco gigante com toda a grandiosidade que marcou a sua trilogia mais famosa. King Kong foi um dos filmes mais famosos de sua época, sobre a equipe de cinema que, ao gravar um filme na desconhecida Ilha da Caveira, encontra um gorila gigantesco, que se apaixona pela atriz principal e depois é levado a Nova York, onde é explorado pelos humanos. Antes de atacar a cidade, é claro. Os efeitos especiais disponíveis em 2005 com certeza dão uma lavada em qualquer versão anterior. As alterações no roteiro também fizeram bem, trazendo mais sentimento a todos os personagens. Dá até para ficar triste pelo macaco!

A Fantástica Fábrica de Chocolate

Mel Stuart (1971) e Tim Burton (2005)

Quem não sonha em ganhar um bilhete dourado para a mais incrível fábrica de chocolate do mundo? Mesmo depois de décadas, a história de Charlie, o garoto pobre que consegue conquistar Willy Wonka e as maravilhas de sua fábrica ainda encanta. Na nova versão, o papel do chocolateiro ficou com Johnny Deep, os personagens das crianças ganharam mais profundidade, assim como as famílias de Charlie e do próprio Wonka. Com o colorido típico de Tim Burton, a fábrica parece ainda mais deliciosa! Os puristas podem reclamar de certas mudanças, como os Oompa Loompas, que perderam a cor laranja, mas o remake com certeza tem o mesmo encanto do filme original!

Os Infiltrados

Wai-keung Lau (2002) e Martin Scorsese (2005)

A história nasceu em Hong Kong com o título “Conflitos Internos”, mas a adaptação do mestre de filmes de gângsters Martin Scorsese foi a versão mais consagrada. A história é a mesma: os conflitos de dois espiões, um policial infiltrado na máfia e um gângster infiltrado na polícia. Na versão americana, as gangues chinesas são substituídas pelo submundo da máfia irlandesa de Boston. A violência típica de filmes do tipo é intercalada pelas crises de identidade que os dois agentes sofrem. A versão chinesa carrega mais drama, mas Scorsese se preocupou em criar personagens com os quais o público poderia se identificar mais. E foi recompensado: “Os Infiltrados” recebeu quatro Oscars.

Bravura Indômita

Henry Hathaway (1969) e Joel e Ethan Coen (2010)

No faroeste americano, a garota Mattie busca vingança contra o assassino de seu pai. Para isso, ela contrata um xerife para capturar o bandido, mas uma das condições é que ela participe da caçada. O velho agente, beberrão e rabugento, a príncipio detesta o arranjo, mas acaba se aproximando da menina, assim como o ranger texano, que está a procura do mesmo criminoso e acaba se juntando aos dois. Baseada no livro de Charles Portis, em 1969, a história rendeu um filme clássico de faroeste. A nova versão traz mais do humor e absurdo típico dos irmãos Coen, mas acabou sendo mais fiel ao espírito do livro, com a marrenta Mattie dobrando os dois machões e trazendo a maior “bravura” da história.

Karatê Kid

John G. Avildsen (1984) e Harald Zwart (2010)

A inesquecível história de Daniel-San e Sr. Myagi ganhou três sequencias, uma inclusive, com uma menina no papel principal. Em 2010, decidiram fazer um remake onde um jovem (agora chamado Dre) vai aprender... kung-fu? É, a nova versão pegou carona no sucesso do filme original, mas alterou tanto a história que até o título deixou de fazer sentido. Dessa vez, a história se passa na China e o Sr. Myagi foi substituído por Sr. Han, interpretado por Jackie Chan, um dos mais famosos atores em filmes de kung-fu. Se a mudança foi boa? Bem, os apaixonados pelo clássico certamente ficaram decepcionados, mas a nova história veio cheia de energia e inovação.

A Hora do Pesadelo

Wes Craven (1984) e Samuel Bayer (2010)

Freddy Krueger é com certeza um dos mais famosos vilões do cinema. O terrível homem queimado de mãos de tesoura que vem assassinar adolescentes durante seus sonhos apareceu pela primeira vez em 1984, com um ainda desconhecido Johnny Deep num dos papéis secundários. A primeira versão, dirigida por um dos mestres do terror, virou um clássico (ainda que trash). Em 2010, a história ganhou nuances mais sombrias e Freddy não trouxe o famoso ar de zombaria sádica do original, mas o filme dividiu crítica e público. Qual versão é melhor? O gosto de cada um dirá!

 

O Morro dos Ventos Uivantes

Peter Kosminsky (1992) e Andrea Arnold (2011)

Baseado no famoso livro de Emily Brontë, a história de amor e obsessão entre a aristocrata Cathy Earnshaw e o orfão Heathcliff já ganhou várias versões para o cinema e televisão. Duas das mais famosas são as de 1992, com Ralph Fiennes e Juliette Binoche, e a de 2011 com James Howson e Kaya Scodelario nos papéis principais. A primeira versão foi a adaptação mais fiel do livro, mas causou certa polêmica por um Heathcliff que não se parecia com a descrição do personagem. A segunda é um filme introspectivo e cheio de simbolismos, onde vários dos diálogos mais famosos estão ausentes. Ainda assim, o filme reproduz todo o sentimento da história, de uma forma mais dura do que havia sido mostrada até então.

O Grande Gastby

Jack Clayton (1974) e Baz Luhrmann (2013)

O livro de F. Scott Fitzgerald é um dos mais famosos clássicos da literatura americana, então as duas versões tinham uma grande tarefa em mãos. E conseguiram cumpri-la! A história do misterioso Jay Gatsby, sua paixão Daisy e Nick, o narrador que nos relata tudo, foi elogiada nas duas versões. O filme original se dedicou mais a estabelecer cada personagem, enquanto o remake deu uma grande importância ao ambiente em que eles viviam. A versão de Baz Luhrmann também foi marcante pela grandiosidade dos cenários e figurinos e a trilha sonora: ritmos atuais misturados aos sons da época criando efeitos incríveis.

Carrie, a Estranha

Brian De Palma (1976) e Kimberly Peirce (2013)

Baseado no clássico livro de terror de Stephen King, Carrie é uma garota tímida e reclusa, que sofre com o fanatismo religioso da mãe e as provocações dos colegas de escola, até descobrir seus assustadores poderes cinéticos e trazer terror à sua cidade. Um dos filmes de terror mais elogiados de sua época, a versão de 1976 até concorreu ao Oscar de melhor atriz para Sissy Spacek. Em tempos de bullying cibernético, a história de Carrie não podia ser mais atual. Chloë Grace Moretz convenceu como a adolescente atormentada, mas que roubou a cena foi a veterana Julianne Moore como a mãe obsessiva.

Godzilla

Ishirô Honda (1954) e Gareth Edwards (2014)

Mais um filme que já teve várias versões. Testes nucleares criam uma terrível criatura: um dinossauro gigante que sai do oceano e invade cidades causando destruição e terror. A primeira, lançada com os precários efeitos especiais da década de 1954, acabou virando um clássico cult. Uma versão lançada em 1998 acabou sendo motivo de piada. Em 2014, decidiram dar mais uma chance a história, dessa vez, dando mais valor aos personagens humanos e criando o cenário para o confronto entre o Godzilla e um novo monstro assustador, chamado MUTO. O remake tentou ser mais do que um filme catástrofe, mas apesar dos pontos positivos, não agradou aos fãs do clássico.

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