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Alinne Moraes

A bela e talentosa Alinne Moraes conquistou o Brasil e consolidou sua carreira de sucesso. Atriz e super mãe, ela também já desfilou nas passarelas por todo mundo. Conheça o seu pensamento.

22/12/1982
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Maternidade

Alinne Moraes

Achei que as coisas fossem mais simples. E é tudo muito mais real e delicado. A dor é dor de verdade! É tudo mais intenso do que brincar de boneca. Até o amor dói.

No íntimo

Alinne Moraes

As mulheres estão sendo bem-sucedidas muito rápido. Acho que lá no nosso íntimo a gente quer ser aquela mulher que a nossa avó já foi, ter uma família, se dedicar.

Balé

Alinne Moraes

Além de deixar os meus músculos durinhos, o balé me ajuda a manter uma consciência corporal. Eu tinha os ombros curvados, era desajeitada. O balé me deixou com os movimentos mais delicados e a postura ereta.

Mais serena

Alinne Moraes

Antes de o Pedro nascer, eu me cobrava muito, receava não fazer a coisa certa. Na hora, veio uma paz. Percebi que não adianta querer ser a dona de todas as situações, é impossível. Também vi que não dá para dominar o que você não conhece. As constatações me deram tranquilidade para lidar com o novo. Além disso, antigos vazios emocionais que me acompanharam a vida toda foram, enfim, preenchidos com a maternidade. Hoje, sou uma pessoa mais serena.

 

Cafonine de adolescente

Alinne Moraes

Sabe quando você é adolescente e põe na cabeça que vai fazer uma tatuagem? Aos 19 anos, consultei um numerólogo e ele sugeriu que eu duplicasse o ‘n’ (Alinne). Eu não tenho tatuagem, mudei o meu nome. Mas eu não acredito nisso. Hoje, acho isso tudo uma cafonice.

Infância e Adolescência

Alinne Moraes

Desde pequena aprendi a arrumar a casa. Minha mãe me teve com 19 anos e, quando eu tinha 5, ela voltou a estudar e a trabalhar. Ganhava um salário mínimo, era outra realidade. Eu morei numa chácara, onde aprendi tudo com a minha avó: a matar galinha, a depenar... Depois, com 12 anos, quando comecei a ser modelo, fui morar fora, queria economizar em tudo: tomava banho e já lavava a roupa na banheira.

Paixão pela avó

Alinne Moraes

Minha avó materna, Maria, foi minha segunda mãe. Morei com ela toda a minha infância e, depois que minha mãe se separou do meu padrasto, quando eu tinha 8 anos, ela resolveu voltar a estudar, então foi minha avó quem me criou até os 12. A lembrança mais feliz que tenho dela foi de sua última visita ao Rio, quando a levei para conhecer o Cristo Redentor. Era um sonho antigo dela. Na época, ainda estavam construindo as escadas rolantes, então demoramos um tempão para chegar ao topo. Ela estava com 82 anos, e a gente parava a cada lance de escada para descansar e beber uma aguinha. Foi muito especial. Um dos piores momentos da minha vida foi perdê-la. A gente nunca sabe como lidar com a dor de ver quem amamos morrer.

Lar

Alinne Moraes

O lar é o meu templo. Preciso chegar do trabalho e acender velas, incenso, dar a ração para os cachorros. Tenho uma coisa de TOC, de colocar um objeto um pouco mais pra esquerda, mais pra direita.

Gosto musical

Alinne Moraes

Gosto muito de coisas antigas e de perceber o crescimento dos artistas. É até uma inspiração para mim. Só não ouço pagode e sertanejo. Mesmo sendo do interior, onde a música sertaneja é forte, sou mais bossa. MPB é poesia e interpretação, quase uma coisa de ator. Acho que por isso me identifico.

Sem ar

Alinne Moraes

Em Viver a vida, passava 12 horas trabalhando. Café, almoço e jantar eram lá. Chegava em casa às 22 horas e tinha três horas para decorar o texto pro dia seguinte. Foi um momento delicado, em que entrei... não em depressão, porque sou muito prática e pra cima, mas foi o momento em que fiquei mais triste. Eu não conseguia respirar o ar da minha vida.

Rede Globo

Alinne Moraes

Há muitas pessoas na Rede Globo que trabalham felizes. E há outras que vão reclamar sempre, que vão dizer que a emissora faz pizza, que é tudo muito rápido e que lá não tem arte.