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Evita Perón

Atriz, Eva Perón ganhou o coração dos argentinos quando casou-se com o ícone populista Juan Domingo Perón. Demonstrava enorme engajamento em causas sociais, o que lhe rendeu popularidade. Evita morreu precocemente, com apenas 33 anos, mas a Argentina ainda a idolatra como mãe dos pobres.

07/05/1919 26/07/1952
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Nação justa

Eva Perón

Não, eu não sonhava em ser primeira-dama. Muito menos em virar Líder Espiritual da Nação Argentina, como me nomearam, para minha mais profunda honra. Eu apenas sonhava com uma nação justa! Uma nação onde prevaleceria a vontade daqueles que trabalham! Uma nação que nada teria a temer…

Dedicação

Eva Perón

Se este povo me pedisse a vida, daria-lhes cantando, pois a felicidade de um só descamisado (apelido dado aos trabalhadores simpatizantes do peronismo) vale mais que toda a minha vida.

Povo

Eva Perón

O país não pertence a nenhuma força. O país é o povo, e nada pode superar o povo sem por em perigo a liberdade e a justiça.

 

Evita

Eva Perón

Quando escolhi ser Evita sei que escolhi o caminho do meu povo. Ninguém senão o povo me chama de Evita. Somente aprenderam a me chamar assim os descamisados. Os homens do governo, os dirigentes políticos, os embaixadores, os homens de empresa, profissionais e intelectuais que me visitam costumam me chamar de Senhora; e alguns inclusive me chamam publicamente de Excelentíssima ou Digníssima Senhora e ainda, às vezes, Senhora Presidenta. Eles não veem em mim mais do que a Eva Perón. Os descamisados, no entanto, só me conhecem como Evita. Eu me apresentei assim para eles, por outra parte, no dia em que saí ao encontro dos humildes da minha terra dizendo-lhes que preferia ser a Evita a ser a esposa do Presidente, se esse Evita servia para mitigar alguma dor ou enxugar uma lágrima. E, coisa estranha, se os homens do governo, os dirigentes, os políticos, os embaixadores, os que me chamam de Senhora me chamassem de Evita, eu acharia talvez tão estranho e fora de lugar como que se um garoto, um operário ou uma pessoa humilde do povo me chamasse de Senhora. Mas creio que eles próprios achariam ainda mais estranho e ineficaz. Agora se me perguntassem o que é que eu prefiro, minha resposta não demoraria em sair de mim: gosto mais do meu nome de povo. Quando um garoto me chama de Evita, me sinto mãe de todos os garotos e de todos os fracos e humildes da minha terra. Quando um operário me chama de Evita, me sinto com orgulho companheira de todos os homens.

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