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Roberto Carlos

Roberto Carlos teve uma carreira vitoriosa dentro do futebol, disputou três Copas do Mundo, tendo participado da seleção pentacampeã em 2002. Virou ídolo no Real Madrid, também se destacou no Palmeiras, Inter de Milão e Corinthians. Hoje em dia é treinador do Sivasspor da Turquia.

10/04/1973
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A carreira

Roberto Carlos

Comecei no União São João em 88, e meu segundo clube foi o Palmeiras, de 93 a 95, período em que conquistamos dois Paulistas e dois Brasileiros. Depois fui para o Inter de Milão, onde fiquei um ano. Em 96, segui para o Real Madrid, onde fiquei 11 ou 12 temporadas. Aí veio o bom: Liga dos Campeões, Intercontinental, Ligas Espanholas... Na seleção brasileira foram 17 anos, com três Copas do Mundo, duas ou três Copas Américas e Copa das Confederações.

Final da Copa de 2002

Roberto Carlos

No dia da preleção, o Felipão fez a gente chorar demais. Em vez de colocar um vídeo de gols, colocou um com o povo brasileiro e as famílias falando. E o jogo era daqui a pouco. Então, foi uma choradeira na preleção, uma coisa absurda. Nós saímos da preleção e todo mundo começou a dar risada. Eu falei: "Em vez de motivar, ele está desmotivando". Mas não, aquilo deu uma moral danada para nós. São histórias para contar.

Ambição como treinador

Roberto Carlos

Minha vida sempre foi de conquistas. É claro que agora, nesta nova etapa como técnico, quero começar bem. Quero continuar vencendo, e é só o começo. Sou muito amigo dos meninos, procuro ser um exemplo para eles. Não aquele treinador que, no dia do jogo, fica lá gesticulando demais para a câmera. Não gosto disso.

Polêmica do Relógio

Roberto Carlos

Estávamos conversando sobre quanto cada um tinha ganho. E um perguntou: "Quanto você pagou no seu relógio de ouro?". Aí eu falei, dentro da concentração, como se fosse aqui, e essa notícia vazou para a imprensa. Porque essa pessoa era muito amiga de jornalistas, de um jornalista que me odiava. E aí começou essa confusão toda. É uma pessoa que eu gostava demais, sempre fui muito admirador do trabalho dele. Sempre gostei muito dele. Mas depois eu vendi o relógio, vendi carro, vendi tudo. Perdi toda a vontade de comprar, acabei vendendo tudo, porque isso para mim não é interessante, não é importante. Perdi a vontade, eu não tenho que ficar mostrando para os outros o que eu tenho.

Comportamento na área técnica

Roberto Carlos

Sou muito calmo, muito sossegado. Além disso, quando trabalhamos bem durante a semana, não tenho que chegar no dia do jogo e ficar gritando com os caras. Eu trabalhei bem, sei que no sábado ou no domingo o resultado vai ser o que nós fizemos durante a semana. Agora, temos que terminar bem a semana. Se o adversário ganhar, mérito dele. Nós temos que jogar bem. Quero que meu time jogue futebol e se divirta com a bola, mas que sem a bola apenas se posicione.

Treinar clubes brasileiros

Roberto Carlos

Ao trabalhar num clube brasileiro, você está arriscado a ser mandado embora depois de dois meses. Aqui não, aqui você tem todo um tempo, tem um ano, dois anos de contrato. Você coloca a casa em ordem, faz boas contratações, tem tempo para trabalhar. É muito difícil o treinador estar com um trabalho em risco. No Brasil, não. No Brasil, um diretor não foi com a tua cara... Então, não é assim, e eu não quero isso.

 

Episódio do meião em 2006

Roberto Carlos

Falou-se em relação à meia, que é a maior babaquice. Desculpe até o termo. É a maior mentira que existe no mundo do futebol, apenas para buscar um culpado. Gente, eu não posso saltar com o cara. Eu não deveria nem estar ali. Eu tinha que estar lá na frente para o contra-ataque. Mas vamos achar um escravo, um responsável pela derrota do Brasil no vigésimo minuto do segundo tempo. E nós tínhamos mais tempo para fazer um gol.

Proibido dar chutão

Roberto Carlos

No futebol moderno, não precisamos disso. O Barcelona jogou assim, o Real Madrid na minha época jogou assim. Tudo é movimento, e quero que meu time faça isso, que não fique dando chutão para frente. Às vezes brinco com eles: "Se começar a dar chutão, vou embora. Ou do treino ou do jogo. Quero ver meu time jogar futebol." No treinamento, obrigamos até os goleiros a jogarem com o pé. Não pode pegar com a mão e jogar a bola lá na frente. Quero bola no chão. Se divirtam com a bola no chão.

Sobre a preparação para a Copa de 2006

Roberto Carlos

Aqui no Brasil só falam quando perde. Naquela época, o Felipão dava bastante liberdade para nós. Tenho certeza de que lá dentro eles estão com bastante foco. Weggis (Copa-2006) era aquela várzea.
Era mais o lance dos torcedores que tinha muito contato. Porque entre nós, só saímos uma vez e foi aquela coisa.

Sobre o Mundial de Clubes de 2000

Roberto Carlos

Era um Mundialito. Mas, sinceramente, muitos jogadores do nosso time ficavam acordados até as 5h, 6h. O pessoal não dormiu, muitos vieram a passeio. Além do mais, os times europeus enfrentaram um calor enorme. O pessoal do Manchester United, então, lá no Rio, ficava só na piscina.

Acabou meu ciclo europeu

Roberto Carlos

Eu já disse algumas vezes: eu não saí da seleção por ter perdido a Copa do Mundo ou por mau ambiente. Saí por causa de alguns jornalistas que quiseram acabar com minha carreira, inventando aquela história do meião. Não voltei para o Corinthians por causa da Copa do Mundo; voltei porque acabou meu ciclo europeu. Voltei para jogar pelo Corinthians, para ser campeão paulista, da Libertadores, brasileiro… Um dos três títulos vou ganhar, disso tenho certeza absoluta. Em três anos dá para ganhar uns quatro títulos pelo menos. Mas sei que se jogar bem posso voltar à seleção. (Em janeiro de 2010)

Falhas na Seleção Brasileira

Roberto Carlos

Em 1998 reclamaram que eu chutei a bandeirinha. Chutei porque o juiz não viu que a bola não tinha saído. Ou a bicicleta que errei contra a Dinamarca. Ou essa história que inventaram sobre o meião. Eu estava onde tinha que estar. O Brasil não jogou bem? Então critica todo mundo, não precisa isolar um lance ou uma pessoa. O Parreira me cumprimentou porque consegui anular o Ribéry, que todo mundo dizia que era o jogador mais perigoso por ali.

Estou indignado

Roberto Carlos

Estou indignado com o asqueroso comportamento do torcedor que não só me insultou, mas também aos outros jogadores em campo e a todo futebol russo.
(Sobre o torcedor que lhe atirou uma banana durante um jogo.)

Eu estava muito bem no Fenerbahçe

Roberto Carlos

Ao contrário do que dizem alguns, eu estava muito bem no Fenerbahçe. Fui o jogador que mais esteve em campo nos últimos dois anos. Fiz 110 jogos pelo Fenerbahçe, sempre em nível alto. (Roberto Carlos declarou isso em sua chegada ao Corinthians em janeiro de 2010.)

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