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Hugo Bonemer

Com forte influência artística desde pequeno, Hugo Bonemer ingressou no teatro aos 7 anos e não parou mais. Além da atuação teatral, o ator fez sucesso na televisão e no cinema. Conheça suas ideias e pensamentos!

25/06/1987
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Gordices

Hugo Bonemer

5 mil abdominais, havia lido numa revista, era o tanto que Cristiano Ronaldo fazia por dia. Hoje como hambúrgueres caseiros deliciosos e sou mais feliz.

Conselhos

Hugo Bonemer

Habitue-se a assistir um filme, espetáculo ou o que quer que seja, tentando captar as escolhas do artista, não tem coisa mais cafona do que quem não consegue se desligar da ideia do "como eu faria se fosse eu ali". Assim você vive experiências culturais mais felizes. Juntos somos mais potentes!

Inspiração

Hugo Bonemer

O Carlito, do Charlie Chaplin. Existe uma linha de pensamento teatral e o Carlito é uma figura que me traz tantas informações e que me remetem ao que acredito sobre a minha profissão. Há uma teoria de que, quando estamos em cena, a gente tem que procurar um estado de graça, que fica entre o riso e o choro e onde não há mentira. Personagem e ator estão tão misturados que, apesar de ainda haver personagem, eles estão juntos. E é isto que o Carlito me mostra.

Primo de William Bonner

Hugo Bonemer

O fato é que não me incomoda. Em Maringá, no Paraná, por ser filho de minha mãe que é uma bailarina conhecida, eu fui chamado a vida toda de filho de Márcia Angeli. No clube que frequentávamos, até hoje eu sou filho do Christian. Agora que eu estou fazendo “Malhação”, eu sou o primo do William Bonner. Gosto de ser associado a coisas das quais eu me orgulho e com pessoas que eu amo, que são a minha família.

Experiência no Rock in Rio Lisboa

Hugo Bonemer

Foi tão absurdamente gostoso. Desde um elenco delícia que dava saudade já no fim do dia até chegar nos bastidores daquele espetáculo de música e tecnologia que é o Rock in Rio. Abrimos shows das bandas principais no palco mundo, todos os dias. Cantamos pra setenta mil pessoas. Fico emocionado de lembrar.

Surgimento do interesse pela arte

Hugo Bonemer

Como minha mãe é bailarina e coreógrafa, desde pequeno eu via o meu pai puxando o cenário, enquanto eu e meu irmão ficávamos na coxia. Então foi uma coisa que nasceu naturalmente, o interesse pelo teatro. Fiz escola de teatro desde criança, mas fui fazer audição para alguma coisa quando eu tinha vinte anos de idade. Antes disso eu fazia apenas publicidade.

 

Contratado da rede Globo

Hugo Bonemer

Protagonizei um musical da Broadway que foi um baita sucesso, chamado Hair, que foi o que me introduziu no mercado. Até hoje colho os frutos desse trabalho, os testes que fiz para a TV Globo vieram a partir do sucesso desta montagem teatral e é comum que se refiram a mim como "o menino do Hair".

Um pouco de ciúmes faz bem

Hugo Bonemer

Todo mundo tem um momento de se apaixonar. Já fui mais ciumento. A gente tem que se investigar, porque todo mundo é possivelmente ciumento. Depende do quão apaixonado está. Gosto de acreditar em relações com muita paixão, tesão e segurança.

Solteiro

Hugo Bonemer

Estou deixando as coisas acontecerem naturalmente. Neste momento, a coisa mais importante para mim é a minha profissão. É claro que eu saio, quando eu consigo, mas estou em um momento em que preciso me dedicar à minha carreira. E eu sugiro para as pessoas que estão lendo isto que façam a mesma coisa.

A vida imitando a arte

Hugo Bonemer

Fazer um musical no teatro no qual eu subia no palco e cantando Love of My Life e, de repente, acontecer de verdade em Lisboa é incrível. É muito legal quando uma coisa que fazemos na dramaturgia se torna real.

Religião

Hugo Bonemer

O privilégio de não se ter certeza sobre um assunto, é poder ter a liberdade de escolher a imagem que nos faz sentir melhor. E isso vale pra tudo. Descobri que o objetivo da religião na minha vida seria aprender a conexão com a espiritualidade. Não se trata de achar respostas, mas de produzir generosidade. Falar de religião é muito mais do que discutir qual história faz mais sentido.

Vaidade dentro do limite

Hugo Bonemer

Eu tenho me pegado pensando “Oh, meu deus, no que estou me tornando?”. Eu me pergunto quantas vezes eu já me olhei no espelho hoje. Eu tento cuidar da minha saúde e deixo que a beleza seja um conceito de quem me vê, não eu. Eu sou vaidoso, mas eu me forço a ter este pensamento para não me tornar um monstro.

Preparação para subir ao palco

Hugo Bonemer

No teatro existe um conceito de sagrado. Quando você entra no palco, tem 1,2 mil pessoas na sua frente. Para te escutar ou ver o que você está fazendo. Essas pessoas escolheram este dia da vida delas para ter algo que nunca viram antes e eu tenho obrigação a dar isso a elas.

Peças infantis

Hugo Bonemer

É uma experiência curiosa, pois mais que entender o universo da criança, a pesquisa está em entender a cabeça dos pais. As peças trazem mensagens éticas que servem para os dois públicos.

Musical preferido

Hugo Bonemer

Pippin, o musical fala da jornada do artista. Trabalha caráter, moral e ética e como os três quereres são realmente diferentes. Meu caráter é o que eu quero, seja pra mim ou pro mundo. Moral é o que combino com uma pessoa ou mais. É o que é bom pra gente. E ética é o que é bom pra todo mundo. A ética deveria ser o que a política, a espiritualidade e o esporte deveriam buscar, mas infelizmente tudo acaba caindo no flaxflu. Pippin passa a peça tentando decidir se vai atrás do seu próprio caráter, da moral ou da ética. Adoro esse questionamento e a busca por um equilíbrio.

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