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Karen Jonz

Pioneira no esporte, Karen Jonz foi a primeira brasileira a conquistar o ouro no X Games, além de ter vencido diversos outros campeonatos. Hoje, além de carregar o título de tetra-campeã mundial, é youtuber e mãe da Sky, fruto do seu relacionamento com Lucas Silveira.

29/09/1983
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Preconceito

Karen Jonz

Nunca sofri preconceito dentro de uma competição masculina. Sempre muito respeito. Os meninos me incentivam muito! Não tem um que não me deseja boa sorte e vibra com os acertos. Nos campeonatos, minha torcida é inacreditável!

X Games 2008

Karen Jonz

Foi emocionante, todas as fotos do podium eu to com cara de choro, mas segurei ao máximo. X games é tipo Olimpíadas para os esportes radicais, é o campeonato mais difícil! Ganhar foi tipo: "UFA! Missão cumprida!".

Exemplo para outras meninas

Karen Jonz

Por muito tempo eu reneguei isso, até por não precisar assumir uma responsabilidade. Mas agora como sou uma mulher madura, eu consigo entender que isso acontece, você querendo ou não. Já que eu sei que eu inspiro, pelo menos eu consigo dar um bom exemplo e fazer uma coisa legal. Hoje acho isso legal.

 

Escolha pelo nome da filha, Sky

Karen Jonz

Alguém sugeriu Sky e ficou. A gente tinha outras opções: Willow e Júpiter. Ela quase chamou Júpiter, olha só! Acho que foi melhor Sky. Muita gente fala que ela vai sofrer bullying, faz muitas críticas. Mas tudo bem, estamos acostumados.

Parto humanizado

Karen Jonz

Acho que conscientizei muita gente sobre o parto humanizado, sobre ter uma opção à cesária. É importante dar esses exemplos já que temos abertura na internet.

Como é vista pelos competidores

Karen Jonz

Os profissionais fazem bolão pra ver quem vai ficar depois de mim. Mas levam na brincadeira. Skate não é tão competitivo quanto outros esportes (só que acho que no fundo, no fundo, tem uns que morrem de medo do resultado).

Veia artística

Karen Jonz

Eu já tocava quando eu era pequena, tocava piano. Minha família também tocava, eu cresci no meio de musica. Meu avô era cantor de rádio, aí minha avó colocava pra gente ficar ouvindo, então a gente sempre teve esse ambiente. Meu pai também sempre incentivou muito. Aí, a gente tocava, mas sempre foi por diversão, sabe? Sempre toquei, mas nunca cheguei a mostrar.

Início da carreira profissional

Karen Jonz

Comecei a competir lá fora e quando voltei pro Brasil quis entrar em um campeonato masculino Pro. O cara da confederação disse que se eu corresse não poderia mais entrar nos champs amadores. Eu concordei e nunca mais voltei pro amador. Abri mão de certas coisas pra dar um passo maior. Foi uma escolha difícil, mas não me arrependo. Às vezes a gente tem que se ferrar um pouco por um propósito maior mesmo.

Profissão dolorida

Karen Jonz

Abri o queixo recentemente e bati a cabeça, apaguei e ganhei uma cicatriz no queixo, mas que está bem fraquinha agora. Torções, pontos e ossos trincados. Mas pequenos roxos e cortinhos diariamente. A parte boa é que desenvolvi uma alta tolerância à dor. O amor ao esporte é maior, tapa de amor não dói.

Cuidados com o cabelo

Karen Jonz

Sou vaidosa dentro do possível. Como estou sempre suada e descabelada acabo tendo que ter um cuidado maior. Mas adoro me cuidar, faço hidratações em casa, sempre uso máscara ao invés de condicionador, leave in e reparador. Seco muito o cabelo com secador mas nunca deixo muito quente e raramente uso chapinha porque acho que estraga muito.

Redes sociais

Karen Jonz

Outro dia postamos um vídeo dançando com ela no colo em um joguinho de vídeo game. Filmei a imagem da TV acelerada e postei no Facebook. As pessoas começaram a falar que iam me denunciar pro Ministério Público. Quando vejo que vai rolar isso eu nem olho muito, não quero ficar irritada. Sei que estou criando da melhor forma possível.

Interesse pelo skate

Karen Jonz

Quando tinha uns 16 anos comprei um skate e comecei a andar. Sozinha mesmo, na rua, no quintal de casa. Até que fui conhecendo pessoas e me apaixonando cada vez mais por tudo. As manobras, o clima das sessões, os lugares, as pessoas, as viagens. E nunca mais consegui parar.

Rotina com a família

Karen Jonz

Acabamos nos aproximando muito, pois um depende do outro. Todos os compromissos, meu ou dele, tem que passar pelo consenso dos dois. Temos uma lousa em casa e tudo o que vamos fazer no dia seguinte marcamos lá. Toda noite fazemos uma reunião e decidimos quem vai ficar com ela em qual horário. Está dando certo.