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Livros de Aluísio Azevedo

Você pode não se lembrar, mas conhece Aluísio Azevedo, ou vai dizer que não se lembra daquele livro O Cortiço? Pois é, essa é a obra-prima dele! Se você gostou desse clássico, explore esta lista com todos os livros lançados por este clássico autor!

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A Condessa Vésper

Aluísio Azevedo

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"A Condessa Vésper" foi escrito por Aluísio Azevedo e inicialmente publicado em folhetins na Gazetinha, de janeiro e junho de 1882. Como pano de fundo o Rio de Janeiro da época, descreve admiráveis painéis da cidade, dentro da perspectiva detalhista que caracteriza o estilo realista-naturalista. O autor inicia o romance de uma forma enigmática, contando que recebeu uma carta de um condenado em que narra a trajetória de sua vida, seu grande amor, insídias, esperanças e misérias, até a sua condenação.

Casa de Pensão

Aluísio Azevedo

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"Casa de Pensão" é um romance escrito por Aluísio Azevedo, em 1884, de estilo naturalista. Conta a história de Amâncio, que sai do Maranhão em direção ao Rio de Janeiro, com o propósito de estudar Medicina. De início, hospeda-se na casa de um conhecido da família, porém encontra-se com um amigo, Paiva Rocha, e passa a viver uma vida boêmia. Por esse motivo, resolve mudar-se para a pensão de João Coqueiro, onde acaba se envolvendo com Amélia, irmã de João. Enredado no ambiente asfixiante e corrupto da pensão, Amâncio se envolve em diversos problemas.

O Cortiço

Aluísio Azevedo

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O Cortiço é um romance de autoria do escritor brasileiro Aluísio Azevedo publicado em 1890. Como um marco do naturalismo no Brasil, os personagens principais desta obra são os moradores de um cortiço no Rio de Janeiro, precursor das favelas, ou seja, os excluídos, os humildes, todos aqueles que não se misturavam com a burguesia. Todos eles possuem seus problemas e vícios, decorrentes do meio em que vivem.

O Coruja

Aluísio Azevedo

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"O Coruja" começou a aparecer em 1885, na forma de folhetins, para o jornal O Paiz. Cinco anos depois ganhou o formato de livro.
Nesse romance, Aluísio Azevedo nos apresenta Coruja, apelido de André Miranda de Melo e Costa, menino órfão que mora com um padre. Este, vendo-se contrariado com a presença do garoto, o manda para um colégio interno. Lá, Coruja conhece Teobaldo, menino rico e viajado. A amizade entre ambos se fortalece e anos depois eles vão para o Rio de Janeiro para continuar os estudos. Porém, com a morte dos pais de Teobaldo, as vidas dos dois amigos tomam caminhos paralelos, mas em sentido contrário. Vale muito a pena ler e conhecer mais o trabalho desse grande escritor.

O esqueleto

Aluísio Azevedo

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O cenário deste romance-folhetim é o Rio de Janeiro da época do Príncipe Regente do Brasil, que nas páginas mesmas deste livro proclama a Independência do país, tornando-se seu primeiro Imperador. Em becos estreitos e ruidosas tabernas da antiga capital, assiste-se ao desenrolar de verdadeiro mistério que envolve a Casa de Bragança. A sátira de Victor Leal descreve aqui um Príncipe Regente conquistador e vingativo, que se movimenta pelas ruas enlameadas da cidade ao lado de seu mestre de armas e fiel confidente.

O Japão

Aluísio Azevedo

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"O Japão" é um dos livros menos conhecidos de Aluísio Azevedo, escrito enquanto o autor esteve em serviço no Japão e usando todo o conhecimento que ele adquiriu entre 1897 a 1899. Mesmo saindo da vertente literária e usando uma análise histórica, Aluísio se utilizou de sacadas geniais para sua obra.

Aos Vinte Anos

Aluísio Azevedo

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"Aos Vinte Anos" é um romance escrito por Aluísio Azevedoe publicado em 1865. Um conto de características bem românticas, instaurando uma batalha discursiva com o realismo, principalmente no final do conto.

Demônios

Aluísio Azevedo

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"Demônios": obra de Aluísio Azevedoem 1895, composta por introdução e doze capítulos. É um conto fantástico, no qual o leitor deve considerar o mundo das personagens, hesitando em acreditar se o que está acontecendo é real ou ilusão. O discurso romântico está presente desde o início do conto e permanece até o final.

Girândola de Amores

Aluísio Azevedo

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Em "Girândola de Amores", de Aluísio Azevedo, o leitor se depara com diversos bairros do Rio de Janeiro da época, como Rio Comprido, Tijuca e Botafogo. Traz como personagem principal uma mulher com um problema característico das mulheres daquele tempo: a histeria. Coincidentemente, nevrose é o tema que um jovem médico alemão pesquisava naquele momento. Com uma leitura fácil e leve, certamente é um romance que vale a pena ser lido.

Mattos, Malta ou Matta?

Aluísio Azevedo

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Em mais um romance, Aluísio Azevedo traz como pano de fundo o Rio de Janeiro, dessa vez na época imperial, reproduzindo o então cotidiano da cidade. Um ótimo romance policial, inspirado em uma notícia de jornal envolvendo troca de cadáveres que mobilizou a imprensa e a polícia carioca em fins de 1884. Os enigmas se fazem e desfazem o tempo todo. "Mattos, Malta ou Matta?" pode ser considerada a primeira narrativa policial da literatura brasileira.

O Mulato

Aluísio Azevedo

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Raimundo é mulato, mas ignora a própria cor e a sua condição de filho de escravo. Na posição de doutor, estudado em Lisboa e sedutor das mulheres, não consegue entender por que a alta sociedade de São Luís o trata de forma diferente. Foi com o romance "O Mulato" que Aluísio Azevedo introduziu o Naturalismo na literatura brasileira, fazendo uma crítica anticlerical e antirracista da sociedade provinciana do Maranhão. Foi o segundo romance do autor, escrito em 1881.

Uma Lágrima de Mulher

Aluísio Azevedo

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"Uma Lágrima de Mulher" foi escrito em 1874 por Aluísio Azevedo. Com cenários teatrais, o herói trágico passa a herói burguês e a tragédia é substituída pelo romance, sem abandonar os conflitos dramáticos. As personagens e sua forma de ver a vida não apresentam qualquer complexidade. Um romance gostoso de ler, que vale a pena!