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Livros que valorizam as mulheres

Mães, irmãs, estudantes, filósofas, empreendedoras... Mulheres! Atualmente a luta pela igualdade de gênero ganhou mais força e voz. Conheça grandes histórias femininas que mudaram e continuam mudando o mundo!

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O segundo sexo

Simone de Beauvoir

Simone de Beauvoir reflete sobre a opressão vivida pelas mulheres. A feminista, ativista política e filósofa, aborda sexualidade, questões psicológicas, sociais e políticas nesta análise. Lançado em 1949, “O segundo sexo” ainda é uma das referências para o feminismo moderno. É a base dos movimentos feministas dos anos 70. O livro foi traduzido para mais de 30 idiomas. Publicado em vários países, no Brasil foi dividido em duas partes. Também é possível encontrá-lo no formato e-book.

As Aventuras de Lilith

Marcelo Del Debbio

Marcelo Del Debbio é um dos maiores pesquisadores sobre ocultismo no país. Vendo o domínio masculino nos livros infantis, Marcelo desenvolveu o projeto “As Aventuras de Lilith” para sua filha. O livro conta a história de uma deusa guerreira da mitologia suméria. Nesta mitologia, os deuses e deusas são antropomórficos, ou seja, possuem aspectos humanos.

Senhora

José de Alencar

Aurélia Camargo namora o ambicioso Fernando Seixas, mas é trocada por uma moça rica. Aurélia recebe uma herança do avô paterno e, para se vingar, deixa a cargo do seu tio e tutor, Lemos, a tarefa de acertar seu casamento com Fernando. Aurélia exige que sua identidade seja conhecida apenas no dia do casamento. Fernando aceita a condição. Na noite de núpcias, Aurélia revela que o comprou para representar o papel de uma senhora de respeito. O casal vive de aparências em meio à inveja, hipocrisia e ao apego ao dinheiro da sociedade fluminense.

Sejamos Todos Feministas

Chimamanda Ngozi Adichie

Ser feminista é um elogio? Chimamanda Ngozi Adichie sentiu um tom de desaprovação quando um amigo a chamou dessa forma. Porém, ela não ficou abalada. A mais prestigiada escritora nigeriana da atualidade se considera uma “feminista feliz” e “africana que não odeia homens e que gosta de usar batom e salto para si mesma, e não para eles”. Em “Sejamos Todos Feministas”, Chimamanda discute a igualdade de gênero de forma bem humorada.

Americanah

Chimamanda Ngozi Adichie

Anos 90. Universidades nacionais em greve e domínio do governo militar. É neste cenário que a jovem Ifemelu vai estudar nos Estados Unidos. A experiência coloca a estudante diante do preconceito racial e do machismo. Este é o ponto de partida para reflexões sobre questões raciais e de gênero. Chimamanda venceu o National Book Critics Circle Award com este livro.

Como ser mulher

Caitlin Moran

Discussão bem humorada e irônica sobre liberação feminina. Mas, afinal de contas, o que é esse tão falado feminismo? Caitlin Moran aborda questões como desigualdade salarial entre homens e mulheres, padrões de beleza e comportamento. A obra traz o feminismo para o cotidiano.
“Como ser mulher” ficou 30 semanas no ranking dos livros mais vendidos na Inglaterra em 2011. O livro foi lançado no Brasil em 2012.

As lendas de Dandara

Jarid Arraes

A personagem título é a companheira de Zumbi dos Palmares. Dandara administrava e defendia o Quilombo dos Palmares, símbolo maior da resistência negra. A obra mescla história e ficção. Jarid teve que pesquisar muito, pois, há poucas informações sobre líderes negras. A autora relata que as mulheres negras têm muito de Dandara, pois o racismo e machismo ainda são atuais. Livro que fala sobre preconceito e empoderamento feminino.

 

Dicionário mulheres do Brasil

Obra Coletiva

Foram três anos de pesquisa que valeram a pena. Os organizadores Schuma Schumaher e Érico Vital Brazil reuniram 900 nomes e 270 desenhos. O livro resgata 500 anos de lutas e conquistas femininas. Entre os nomes estão a escritora Clarice Lispector, a bióloga e líder feminista Bertha Lutz, a escrava Anastácia, que foi obrigada a usar uma máscara de ferro por não ceder ao assédio do seu feitor, a estilista Zuzu Angel, que enfrentou a ditadura militar para tentar encontrar o filho desaparecido, entre outros grandes nomes.

Eu sou Malala

Malala Yousafzai

Malala desafiou o Talebã para defender o direito das meninas à educação. Foi baleada, sobreviveu e expôs a realidade das mulheres no Paquistão. No livro “Eu sou Malala”, conhecemos mais sobre a vida da mais jovem vencedora do Prêmio Nobel da Paz. Escrito em parceria com a jornalista britânica Christina Lamb, a obra é um convite às mulheres do mundo inteiro a lutarem e exercerem seus direitos.

Girl Boss

Sophia Amoruso

Sophia Amoruso tinha tudo para dar errado. Adolescente que furtava lojas, revendia os produtos e revirava caçambas de lixo. Já adulta, encarou um emprego que não gostava apenas pelo seguro-saúde. Em Girl Boss, ela conta como transformou sua loja no Ebay na loja virtual Natsy Gal. A fundadora, CEO e diretora criativa deste negócio de 100 milhões de dólares e 350 funcionários é inspiração para mulheres empreendedoras em todo o mundo.

Persépolis

Marjane Satrapi

Biografia da iraniana Marjane Satrapi. Vindo de uma família politizada, a menina, aos 10 anos, viu o regime xiita ganhar força. A primeira mudança na rotina foi a obrigatoriedade do véu islâmico. Marjane retrata este período e apresenta a opressão vivida pelos iranianos nesta biografia em quadrinhos. O bom humor utilizado na narrativa conquistou mais de 400 mil leitores na França. O livro ganhou adaptação para o cinema em 2007. A animação foi escrita e dirigida por Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud.

O Livro do Destino

Parinoush Saniee

Massoumeh estuda porque os pais e os irmãos permitem. Assim como outras jovens, seu casamento foi arranjado. O que Massoumeh não contava era com o espírito livre do marido que, entre outras coisas, não aprovava o véu islâmico. Em “O livro do Destino”, Parinoush Saniee fala sobre os direitos das mulheres e o fanatismo religioso. Na obra, vemos que a primeira luta de qualquer mulher é na família. O livro foi proibido duas vezes no Irã. Os outros romances da autora ainda esperam autorização da censura iraniana.

A bailarina da bolha de sabão

Maria Gal

Muitas meninas sonham em ser bailarinas. Com a protagonista, Maria, não é diferente. Porém, ela ouve que não pode realizar o sonho por ser negra. Com o tempo, Maria percebe que não há nada de errado com ela. A menina entende que as pessoas preconceituosas é quem precisam mudar.

Capitolina, o poder das garotas

Obra Coletiva

“Capitolina” é uma revista online para adolescentes. O site foge das publicações para este público. Ele traz conteúdo para garotas de vários biotipos físicos, orientação sexual e classe social. “Capitolina, o poder das garotas” é a compilação dos melhores textos do primeiro ano da revista. O livro também traz material inédito. Todos os textos são ilustrados.

Beleza Real

A artista plástica Evelyn Queiróz (Negahamburguer) fala sobre apropriação do corpo. Em “Beleza Real”, a autora dá voz às mulheres vítimas de preconceito racial e pressões para se adequarem aos padrões de beleza. Os relatos são comoventes e íntimos, em tom de desabafo a um amigo. Os depoimentos são ilustrados com pinturas, grafite, lambe-lambe e ilustrações digitais.

O Mito da Beleza

Naomi Wolf

Em “O mito da beleza”, a feminista mais comentada e ativista dos direitos civis nos EUA, Naomi Wolf, discute a prisão dos padrões estéticos. Para a autora, o culto à beleza reduz as conquistas das mulheres a pó. Os padrões servem apenas para diminuir as mulheres. A feminista defende que a verdadeira igualdade somente será realidade quando a indústria da beleza for combatida.

Mulheres que correm com os lobos

Clarissa Pinkola

Nem sempre os lobos foram criaturas violentas. O animal era bem visto na Grécia e em Roma. Era companheiro de Artemis, deusa grega virgem da mitologia grega da caça. O bicho também amamentava heróis. Para a psicanalista e poetisa Clarissa Pinkola Estés, o mesmo acontece com as mulheres. Clarissa afirma que as mulheres foram domesticadas. Os ciclos naturais femininos foram brutalmente alterados. . A análise é feita com 19 mitos, lendas e histórias como a do patinho feio e do Barba Azul. Para a autora, o reencontro da essência feminina depende de “escavações psíquico-arqueológicas”. “Mulheres que correm com os lobos” foi um dos livros mais vendidos dos Estados Unidos.

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