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Manual do Mundo

Você conhece o Manual do Mundo? Não? Então confira algumas dicas dessa página cheia de conteúdos para enriquecer seu conhecimento e estimular seus amigos com curiosidades e explicações científicas divertidas.

Por que não colocar metais no micro-ondas?

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O forno micro-ondas aquece a comida por meio de radiação eletromagnética, como as ondas de rádio. Essas ondas fazem com que as moléculas de água do alimento se mexam pra lá e pra cá, o que resulta em calor.

O metal reflete essas ondas, ao contrário do vidro, do plástico e do papel. Com isso, existe a possibilidade de acontecer duas coisas: o alimento não é aquecido, pois as micro-ondas emitidas não conseguem chegar até as moléculas de água da comida; e o metal, devido as ondas do micro-ondas, pode soltar faíscas elétricas. Nesse caso, se junto com o metal tiver papel ou algum outro material que possa pegar fogo, há risco de incêndio.

Você sabia que alguns fabricantes de forno micro-ondas e de alimentos se valem dessa propriedade do metal de refletir essa radiação eletromagnética?

Em alguns modelos desse eletrodoméstico é possível ver na parte de dentro da porta uma fina camada de metal. De forma segura, esse metal serve para ajudar a não deixar a radiação escapar e a aquecer o alimento homogeneamente.

Pelo mesmo motivo, algumas embalagens de alimentos para micro-ondas também têm uma fina camada de metal na tampa.

Como funcionam adesivos que brilham no escuro?

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Você sabe do que são feitos os adesivos e tintas fosforescentes que emitem luz? Como eles funcionam? Depois de ficar expostos por um tempo na luz e então levados para o escuro, estes adesivos brilham.

Isso acontece porque existe uma substância especial na tinta chamada sulfeto de zinco, que é uma mistura de enxofre com zinco. Depois que você expõe o sulfeto de zinco à luz, alguns elétrons começam a se movimentar em camadas mais externas. Depois, aos poucos eles voltam para camadas mais próximas ao núcleo. E é esta movimentação que causa o efeito luminoso :)

Como sobreviver a uma explosão nuclear

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O que você faria se houvesse uma explosão nuclear na sua cidade? Ficaria na sua casa vendo as paredes balançarem ou rodaria toda a cidade até encontrar um porão para se abrigar? Segundo a revista Science, a resposta quem dá é um novo modelo matemático.

O modelo foi elaborado pelo cientista americano Michael Dillon, que estuda o assunto há 5 anos a pedido do governo americano. No caso de uma explosão nuclear, a recomendação oficial do governo americano é de se abrigar na construção mais perto e segura, o que para a maioria das pessoas seria o porão de suas casas.

Acontece que nem todo mundo tem um porão em casa, né? Para essas pessoas, a recomendação é a de se locomover rapidamente até achar um abrigo que tenha, de preferência, várias camadas de concreto acima de suas cabeças, além de bastante água e comida. O problema é que, além de não ser o lugar mais fácil de se achar, se você passar muito tempo lá fora durante uma explosão nuclear, você estará literalmente frito.

Pensando nisso, Dillon elaborou um modelo que diz se o melhor é ficar em casa ou sair correndo pelas ruas até achar um abrigo mais seguro. Resumindo, a conta a ser feita é: a relação entre o tempo que você gastaria tentando se proteger em seu primeiro abrigo e o tempo que você gastaria se mudando para um abrigo de alta qualidade.

Por exemplo, se o seu abrigo atual é ruim e o abrigo de maior qualidade está a menos de 5 minutos de distância, o modelo sugere que você corra para lá o mais rápido que puder. Agora, no caso de o esconderijo mais seguro estar mais longe, você tem que calcular se é possível chegar lá em no máximo 30 minutos após a explosão, senão estará muito exposto.

Segundo Dillon, dependendo do tamanho da cidade, se todos seguirem esse conselho, ele poderia salvar entre 10 mil e 100 mil vidas.

Por que é o coelho que entrega ovos de Páscoa?

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Na tradição cristã, a Páscoa celebra a ressurreição de Cristo. Inicialmente, os ovos que usamos para comemorar esse dia não eram de chocolate. Eram de verdade e pintados.

Ninguém sabe exatamente como o coelho entrou nessa história. Segundo a Enciclopédia do Folclore Americano, apesar desse mamífero ser símbolo de fertilidade e renovação, não se sabe quando e porque ele foi associado à festa.

Acredita-se que a tradição de que é o coelho quem entrega nossos ovos começou na Alemanha e foi trazida aos Estados Unidos por imigrantes alemães no século XVIII.

Apesar da maior parte dos mamíferos não botar ovos, existem dois animais, os ornitorrincos e as equinas, que fogem dessa regra. Eles vivem em países da Oceania, como a Austrália.

Como o cérebro apaga memórias antigas?

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Se já é difícil lembrar o que comemos no café da manhã de ontem, imagina as lembranças de anos atrás? Tenso, né? :( Mas ao mesmo tempo, como seria a vida se nosso cérebro guardasse todas as nossas memórias para sempre?

Segundo a revista Science, o primeiro estudo desse tipo em ratos sugere que o cérebro pode limpar as informações velhas no processo de formação de novas memórias.

O processo de produzir novos neurônios é chamado de neurogênese. Nos seres humanos – e também nos ratos – esse processo acontece durante toda a vida em uma região chamada giro dentado, no Hipocampo. Em pessoas adultas, ele produz cerca de 700 novas células do cérebro por dia! :O

A neurogênese tem início – tanto em ratos como em seres humanos – logo após o nascimento e depois diminui de ritmo na fase adulta.
Um experimento do neurocientista Paul Frankland, do Canadá, apontou que alguns ratos tinham um desempenho pior em testes de memória quando as taxas de nascimento de neurônios foram aumentadas. Eles foram pior em testes que exigiam detalhes de eventos do passado.

A teoria é a de que essa explosão de neurônios poderia estar relacionada ao esquecimento de memórias de antes dos 2 a 4 anos de idade em humanos, a chamada amnésia infantil.

Alguns modelos teóricos sugerem que novos neurônios desestabilizam as memórias que já estão no hipocampo, mas isso nunca havia sido testado em animais.

Para testar a hipótese, Frankland comparou a estabilidade das memórias de um camundongo adulto com a de um de 17 dias de vida (o que seria equivalente a um bebê humano de menos de 1 ano).

Os camundongos foram colocados em uma caixa de metal que dava pequenos choques nas patas. Depois, os ratos foram devolvidos às suas gaiolas, mas ao longo de 6 semanas os pesquisadores levavam os animais de volta à caixa de metal, mas nessas vezes sem os choques.

O resultado: mais de um mês depois, o rato adulto continuava a congelar de medo quando era colocado na caixa dos choques, enquanto o rato bebê esqueceu essa associação no dia seguinte.

O próximo passo foi saber se diferentes taxas de neurogênese entre camundongos adultos e infantis explicaria o esquecimento dos jovens roedores.

Como já se sabia que fazer exercícios pode aumentar a neurogênese em ratos em mais de 50%, os pesquisadores fizeram um grupo de ratos adultos correrem em rodas. Além disso, eles trataram grupos separados de ratos com remédios, como antidepressivos, que intensificam o nascimento de novos neurônios. Como resultado, a neurogênese foi aumentada em 100% e os ratos adultos voltaram ao nível de esquecimento de ratos bebês.

Psicólogos há muito tempo consideram que esquecer é fundamental para uma mente saudável, mas neurocientistas nunca tinham dado muita bola pra isso. Para Frankland, no entanto, se você aceita a ideia de que esquecer é saudável, faz sentido dizer que a neurogênese pode contribuir para “limpar” memórias antigas.

Como economizar água na hora do banho?

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Você sabe que o nível de água disponível no maior reservatório de abastecimento de São Paulo, o Sistema Cantareira, atingiu nos últimos dias seu ponto mais baixo desde o início das medições. Na prática, isso indica que, se não chover nas próximas semanas (o que deve ocorrer, já que estamos em um período de estiagem), São Paulo pode ter racionamento de água.

Economizar água é importante sempre, ainda mais neste momento em que o nível do Sistema Cantareira está abaixo dos 15% de sua capacidade total.

Depois de você testar essa tática de mestre no chuveiro, não esqueça de contar para seus amigos e incentivar sua família a economizar água também. Afinal de contas, podemos economizar mais água quando várias pessoas economizam juntas!

Confira o vídeo no link abaixo:

http://www.manualdomundo.com.br/2014/04/como-economizar-agua-na-hora-do-banho/

Qual é o animal que vive mais tempo?

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Você pode achar que é a tartaruga, mas não. A água-viva da espécie Turritopsis nutricula é o animal que vive por mais tempo.

A Turritopsis nutricula não morre de forma natural, pois quando chega em seu estado adulto ela simplesmente volta à forma primária chamada pólipo. É como se uma pessoa chegasse aos 90 anos de idade e acordasse no outro dia com 2 anos, refazendo esse ciclo para sempre! :o

Essa espécie de água-viva tem apenas 5mm de comprimento, é carnívora e se alimenta principalmente de outros seres vivos e de algas marinhas. Embora tenha se originado no Caribe, hoje ela vive em todo o mundo.

Por que polvos não se enrolam nos próprios tentáculos?

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Quando vemos polvos e seus oito tentáculos balançando pra lá e pra cá, é até engraçado imaginar como seria se eles se enrolassem e dessem nós neles mesmos.

Mas isso nunca acontece na vida real… rs
E você sabe qual é o segredo?

De acordo com estudo publicado no site CurrentBiology, o segredo está nas substâncias químicas que ficam em suas peles.

Examinando tentáculos amputados de polvos comuns, os pesquisadores descobriram que as ventosas dos animais não se agarram em seus próprios tentáculos da maneira como fazem com todo o resto.

Para testar, os pesquisadores revestiram um recipiente de vidro com a pele do polvo, o que fez com o recipiente se tornasse imune aos tentáculos amputados. O mesmo aconteceu quando os cientistas moeram a pele do polvo em um mingau e o espalharam no recipiente. Isto é, alguma substância que está presente na pele dos polvos faz com que ela impeça que as ventosas grudem nela mesma.

Essa é uma funcionalidade importante porque não só impede que os polvos se deem nós com os próprios tentáculos, como também evita que eles comam a si próprios – já que eles têm o costume de comer em cima de seus “braços”. =O

Espelho mágico para copiar desenhos

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Antes de tudo, você vai precisar de:

Papelão
Uma lanterna (de preferência, uma lanterna forte)
Uma lupa
Tinta preta
Estilete
Cola quente
Fita adesiva

Primeiro, você deve medir o diâmetro da lanterna. Depois, pegue o papelão e trace quatro linhas paralelas um pouco maiores do que o diâmetro da lanterna. No tracejado, corte com o estilete o papelão de maneira que seja possível dobrá-lo, para fazer uma caixa e colocar a lanterna dentro. Passe uma fita isolante no papelão e veja se a lanterna encaixa direitinho.

Você está perto de ter o seu próprio batsinal. Agora, faça outra caixa com o papelão, só que com as linhas paralelas 2cm maiores do que a primeira. A outra caixa vai entrar dentro dessa.

O próximo passo é construir uma tampa para prender a lupa. Faça um quadrado de lados com a mesma medida da caixa maior. Coloque a lupa no meio e marque a circunferência no meio do quadrado e corte com o estilete. Agora é hora de dar um toque de Batman no seu projeto. Pinte tudo de preto e depois use a cola quente para colocar a lupa na tampa que você cortou. Use também a cola quente para colocar a tampa na caixa maior. Reforce as caixas com fita isolante para que elas fiquem bem firmes.

Você tá quase lá: agora é só imprimir o seu logo (bem pequeno), cole em uma transparência e e coloque de ponta-cabeça com fita adesiva no buraco da caixa menor que você construiu. Agora é hora de testar! Vá para uma ambiente escuro, ligue a lanterna e…TCHARAM! Melhor: BATMAN!

Dicas:

- Se você não curte o homem-morcego, pode fazer o desenho que quiser pra projetar na parede. Uma declaração de amor, uma zoeira com os vizinhos. Faça o que bem entender!
- Para deixar a projeção maior, afaste as caixas, ajuste o foco e pronto! Você vai ter uma mensagem gigante pra divulgar por aí!
- Tome bastante cuidado ao cortar o papelão com o estilete!

Por que pipoca de micro-ondas tem um lado certo para cima?

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Quando você pensa em comprar milho para pipoca no supermercado já deve ter reparado que o saquinho especial para microondas custa cerca de quatro vezes mais que a versão tradicional – geralmente acondicionada num invólucro plástico. Mas o que será que essa pipoca tem de tão especial? Seriam espécies transgênicas? Nanotecnologia?

Nada disso!

O conteúdo de ambos produtos, em quantidades variadas, é exatamente o mesmo milho para pipoca. O custo extra deve-se apenas à praticidade proporcionada pela embalagem, feita com um pequeno truque tecnológico para a pipoca estourar adequadamente no micro-ondas.

Como os grãos de milho crus sofrem ação da gravidade e se espalham na base da embalagem, um dos lados do saquinho é especialmente designado para ficar virado para baixo no forno, pois possui um reforço de uma camada especial, feita de poliéster metalizado.

A película serve para concentrar as ondas de calor emitidas pelo forno micro-ondas na base do recipiente de papel, onde o milho fica concentrado.

Mas, e se estivermos distraídos (ou formos “rebeldes”) e colocarmos o pacote virado do lado errado? Risco de explosão?

Nada disso! (de novo)

Na pior das hipóteses o que vai acontecer é que muitos dos grãos podem não estourar, já que a concentração do aquecimento não foi devidamente posicionada. E se você deixar por mais tempo, é possível que as primeiras pipocas fiquem completamente torradas com aquele gosto terrível de queimado.

Portanto, para obter um melhor aproveitamento do seu saquinho de pipoca, é bom respeitar o aviso de “este lado para cima”.

Comer amendoim quando bebê reduz risco de alergia

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Um estudo do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Contagiosas do Reino Unido observou que as crianças expostas ao amendoim desde cedo tiveram uma chance sete vezes menor de desenvolver alergia ao alimento.

O estudo partiu do princípio de que é impossível ter uma alergia a algo que você nunca comeu porque seu corpo produzirá anticorpos (as células de defesa do organismo) somente quando entrar em contato com determinada substância. Além disso, eles observaram em uma pesquisa anterior que crianças judias do Reino Unido tinham dez vezes mais chance de desenvolver a alergia do que crianças com ascendência israelense. Isso pode acontecer porque os bebês de Israel começam a comer amendoim muito cedo e já tem contato com o alimento aos sete meses de vida.

Os cientistas acompanharam 640 crianças durante os quatro primeiros anos de suas vidas: enquanto metade delas evitou contato com amendoim até completar cinco anos, as outras consumiam 6 gramas de proteína de amendoim semanalmente. As crianças escolhidas para a pesquisa precisavam estar no primeiro ano de vida e apresentar alergia prévia a ovo.

Perto do seu quinto aniversário, os participantes fizeram o teste final e comeram um pouco de amendoim. Os resultados coletados comprovaram a hipótese inicial: 14% das crianças que evitaram o alimento tinham desenvolvido alergia ao amendoim, enquanto só 2% dos que consumiram amendoim desde cedo apresentaram sintomas alérgicos.

Saiba porque os gatos gostam tanto de ficar dentro de caixas

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Se você tem um gato em casa certamente já comprou uma caminha linda que foi ignorada e trocada por uma simples caixa de papelão.

Mesmo parecendo absurdo pra gente, o comportamento parece ter bastante sentido para o animal: três pesquisadores holandeses perceberam que o nível de estresse dos bichanos era consideravelmente menor quando eles estavam protegidos por uma caixa de papelão.

O estudo foi feito em um abrigo para gatos e os cientistas escolheram os novos moradores felinos que chegavam para morar lá. Eles pegaram 19 desses animais e dividiram em dois grupos aleatórios e diferentes, sendo que dez gatos tinham um local para se esconder e os os outros nove ficavam alguns dias sem ter aonde se proteger. E no terceiro dia do experimento, os pesquisadores notaram uma redução do nível de estresse dos bichinhos que tiveram como se abrigar em caixas.

Mesmo sendo uma pesquisa realizada com um número pequeno de animais, esta já é uma possível explicação para esse gosto um tanto esquisito dos gatos.

Assim, lembre-se de tudo isso quando o seu animal de estimação preferir se enfiar na embalagem do presente que você levou pra ele – e saiba que ele está mais feliz assim.

Por que existem ovos brancos e vermelhos?

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A raça da galinha é que influenciará na cor da casca do ovo. As galinhas brancas botam ovos brancos e as coloridas botam ovos marrons, avermelhados e até azuis! :o

Não se sabe com certeza o porquê dessa diferença de coloração, mas há suspeitas de que o motivo esteja lá na formação do ovo, quando ele ainda está no útero da galinha.

O ovo vermelho é mais caro do que o ovo branco porque as galinhas que o botam são maiores e necessitam de melhor alimentação. Esse “custo extra” é compensado na hora da venda dos ovos.

É importante lembrar que a cor da casca não tem influência no valor nutritivo. O que pode interferir nisso é a dieta da galinha: quanto melhor ela se alimentar, mais nutritivo será o ovo.

Células de ratinhos estressados dão energia a ratinhos lerdo

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Não é segredo que estresse é a fonte maioritária de muitas malécias aleatórias que acometem nossa saúde. Piriri antes de prova final, dor de cabeça antes de exame de direção, enfim… a lista vai longe. E isso acontece porque as células responsáveis por nossa imunidade ficam abaladas quando colocadas em situação de estresse desnecessário – por exemplo, quando não há vírus, inflamação, bactéria nem nada estranho a ser combatido.

Mas as células da imunidade são inteligentes. Elas aprendem e memorizam as características daquilo que precisam combater, se adaptando a diferentes variações químicas que acontecem dentro do corpo. E foi pensando nisso que um grupo de cientistas decidiu testar as verdadeiras utilidades dessa característica utilizando os já tradicionais ratinhos de laboratório.

O que aconteceu foi que alguns ratinhos, intimidados por companheiros mais dominantes, apresentaram alterações em suas células imunológicas adaptáveis. Essas células foram colhidas e inseridas em ratinhos mais passivos, mais lerdos. E o resultado foi que os ratinhos lerdos, quando “imunizados” pelas células “estressadas” de um companheiro, apresentaram mais disposição e vivacidade. Os resultados foram positivos até mesmo em espécies de ratinhos caracterizadas pela lerdeza.

O estudo indica que células imunológicas submetidas a estresse podem contribuir na capacidade de adaptação de outras células responsáveis pela imunidade, tornando o paciente mais energético e seu corpo mais propenso a corrigir falhas e combater doenças.