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Maria Flor

Com o início de sua carreira em Malhação, Maria Flor conquistou seu espaço como artista. Conheça as frases e pensamentos desta bela atriz.

31/08/1983
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Florzinha

Maria Flor

Eu não sou essa florzinha que as pessoas pensam que sou, tenho vários TOCs. Arrumo a geladeira várias vezes por dia e na minha casa não gosto que entrem de sapato.

Maria de verdade

Maria Flor

Quando estou dando uma entrevista também estou interpretando, talvez para que eu não perca a identidade que as pessoas pensam que tenho. A Maria de verdade eu sou em casa, com os meus amigos, familiares. Nunca com a imprensa!

Reconhecimento

Maria Flor

A novela Cabocla me projetou na TV. Foi quando as pessoas passaram a me reconhecer na rua e fui chamada para fazer outros trabalhos na Globo. Mas, no meio, sou mais reconhecida por causa dos filmes.

 

Família

Maria Flor

Minha mãe (Márcia Leite) é jornalista. Ela foi roteirista do Vídeo Show, já trabalhou no Fantástico. Hoje, ela tem uma produtora de publicidade. Já meu pai (Renato Calaça, pai também de João) é técnico de som de cinema.

Ambientes

Maria Flor

Os sets de filmagem ou a Globo não eram ambientes estranhos ou que me deixavam tímida. Quando comecei a trabalhar, era natural estar ali. Comecei super jovem, fazendo O Diabo a Quatro (aos 20 anos).

Carinho pelo Cinema

Maria Flor

Tem a ver com minha convivência com os sets, por causa do meu pai. Com o fato de eu ter começado a trabalhar como atriz no cinema. E de eu ter feito mais cinema: ao todo, são 10 filmes, 3 novelas e 2 minisséries. Trabalhei mais no cinema não por escolha minha, mas porque as coisas foram acontecendo dessa maneira.

Ballet

Maria Flor

Fiz balé clássico dos 5 até os 8 anos. Depois, parei e voltei dos 12 até os 14 anos. Aí voltei de novo com 16 e fiz até 19, 20 anos. Agora, não faço mais. Pratico ioga, que também envolve muita disciplina.

Amores

Maria Flor

Já gostei de duas pessoas ao mesmo tempo na adolescência. Acho que nessa fase a gente se permite mais. São tantos caminhos a seguir que você se apaixona por todos eles. Já na vida adulta, manter duas relações é complicado.

Escolha da Carreira

Maria Flor

Essa ficha nunca caiu dessa maneira. Essa ficha só caiu quando eu fiz o primeiro filme. Dancei por muitos anos, era algo que eu levava em paralelo com o teatro. Como a dança exige muita disciplina, me fixei nela. Aquela disciplina era boa pra mim, me reconhecia naquilo. Mas a vida meio que me levou para outro caminho.

Liberdades

Maria Flor

Sempre fui muito tranquila, para a felicidade de minha mãe. Fui criada de uma maneira muito livre, aberta, sem proibições. Tomo minhas decisões desde muito nova. Talvez essa liberdade tenha me dado um centro. Mas era uma liberdade esclarecida. Nunca fui de sair pra balada.

Teatro

Maria Flor

Comecei a fazer teatro no colégio, que incentivava o lado artístico dos alunos. Depois, fiz cursos de teatro, entrei na faculdade de interpretação, mas não me formei, porque comecei a trabalhar na novela Belíssima.

Timidez

Maria Flor

Sou realmente tímida. Não na vida íntima, quando estou com amigos e família. Mas sou tímida em coletivas de imprensa e nas fotos em eventos.

Rebeldia

Maria Flor

Teve um momento em que repeti de ano, mas não era rebeldia. Eu só estava de saco cheio da escola, porque saí daquela que eu gostava para ir para uma escola de padre. Foi radical para mim e não me adaptei. Mas nunca fui rebelde não.

Imperfeições

Maria Flor

Você tem de ficar mais preocupada com a boa forma, porque, a qualquer momento, pode sair na revista uma celulite no lugar errado. É um pouco chato, mas nada que eu valorize muito.

Reservada

Maria Flor

Não deixo de fazer nada e não me chateio com facilidade sobre as coisas que falam. Mas não apareço facilmente com ninguém. Sou reservada nesse sentido.

Experiência com a comédia

Maria Flor

Foi minha primeira aproximação com a comédia. Foi muito bom, gostei muito de participar. O que mais me marcou foi o clima da redação, o prazer no set de filmagem. Foi tudo muito divertido porque eu estava com todos os atores da minha geração, era uma farra.

(Sobre o filme "PodeCrer!").