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Orixás sagrados da Umbanda

A umbanda é uma religião que cultua bastante os Orixás. Alguns deles são considerados sagrados e universais. Tal classificação dá-se principalmente em razão dos papéis que cada um desempenha na vida humana, tais como a sustentação e a potencialização das nossas virtudes.

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Xangô

Possivelmente foi a primeira divindade yorubana a chegar ao Brasil. É o orixá da justiça; representa a decisão, a concretização, a iniciativa e, principalmente, a justiça. Está presente na vida pública como articulador político. Também simboliza a vida, a sensualidade, a paixão e a virilidade.

Oxalá

É considerado o Orixá maior, reflexo de Deus, pai dos demais orixás e criador do mundo e do homem; é aquele que deu ao homem o livre arbítrio. Representa sabedoria, serenidade, pureza e respeito. Muitos creem que ele atua no campo da religiosidade dos seres, emanando sentimentos que a geram. É sinônimo de fé e a irradia pelo planeta em nível multidimensional.

Veja as práticas da Umbanda

Ogum

É o Orixá do sangue, o sustentador do corpo. Protege aqueles que manipulam ferramentas, a exemplo de barbeiros, ferreiros, maquinistas de trem, mecânicos, soldados, etc.. É patrono dos saberes práticos e da tecnologia; representa a inovação, a ação criadora do homem sobre a natureza. Vive pelas estradas lutando e abrindo caminhos. É também responsável pela aplicação da lei e pela vitória contra energias enviadas contra alguém ou algum lugar.

Oxóssi

Orixá associado à natureza, aos antepassados, à sabedoria e ao conhecimento espiritual. Ensina o equilíbrio em relação à ecologia, contrapondo-se ao comportamento predatório da relação homem/natureza, bem como a concentração, a determinação e a paciência necessárias para viver em meio à natureza. Caça os espíritos perdidos e procura levá-los para a luz.

Oxum

Orixá da feminilidade, da fertilidade, da maternidade e do amor. A ela associam as crianças e o favorecimento da riqueza material e espiritual. É considerada senhora das águas doces, dos rios, das cachoeiras, entre outras qualidades e situações correlatas. Estimula sentimentos de amor, fraternidade e união.

Yemanjá

É considerada a mãe dos orixás e senhora das águas, dos mares e da vida marinha como um todo. Também é protetora de pescadores e jangadeiros; orixá que apoia a cabeça dos recém-nascidos. Dirige os lares, as uniões, as festas de casamento e demais comemorações familiares, sendo a responsável pela união e pelo sentido da família, independentemente de laços consanguíneos.

Obaluaiê

É o orixá encarregado pela passagem de um plano para outro, de uma dimensão para a outra, da carne para o espírito e vice-versa, possuindo, assim, estreita relação com a morte e sendo o responsável pela saúde e pelas doenças, já que estabelece o cordão energético que liga o espírito ao feto. É tido como médico dos pobres, aquele que afasta a enfermidade e possibilita a cura; ainda é guardião das almas que permanecem presas ao corpo físico e é regente do cemitério.

Diferenças entre o candomblé e a umbanda

Yansã

Orixá guerreira de temperamento forte, é senhora do movimento, dos ventos, das tempestades, dos trovões e dos espíritos desencarnados; empenha-se em trabalhar a consciência dos que se encontrem à margem da lei para conduzi-los para outros planos. Representa também arrebatamento e paixão.

Nanã

Foi a primeira esposa de Oxalá. É senhora da vida e da morte e associada às águas paradas e à lama dos pântanos. Participa do processo de reencarnação, envolvendo o espírito numa irradiação que dilui o acúmulo de energia e adormece a memória, fazendo com que, ao ingressar na nova vida, o humano não se recorde das memórias anteriores. Representa a menopausa e atua na maturidade e na racionalidade.

Oxumaré

Orixá que participou da criação do mundo dando forma a este. Rege o movimento dos astros e dos oceanos, representando o movimento, a fertilidade, a continuidade e a renovação da vida. É o responsável pela sustentação do mundo e, uma vez que também viabiliza a comunicação entre o céu e a terra, é associado ao cordão umbilical, ligando o homem à espiritualidade e à ancestralidade.