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Os principais filmes para os solteiros e anti-românticos

Filminho em casa e pipoca não é só programa de casal, não! Comemorar o Dia dos Solteiros assistindo longas antirromânticos, que mostram que muitas vezes é melhor estar sozinho do que mal-acompanhado, pode ser uma lição e tanto de autossuficiência e é um passo para aprender a ser feliz sozinho.

“500 Dias com Ela”

Depois de ser repentinamente dispensado pela namorada, Summer (Zooey Deschanel), o redator Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) relembra os momentos dos 500 dias que passou com ela para tentar entender o que aconteceu para o relacionamento ter dado errado. À medida que vai buscando respostas, ele redescobre suas verdadeiras paixões. O filme deixa algumas pistas de que a culpa do fim do relacionamento é do próprio Tom, que idealizou uma pessoa que não existia e acreditou, de forma egoísta, que poderia mudar o comportamento dela. Que cilada, hein!

“Closer – Perto Demais”

Mostrando uma visão pessimista do amor, o filme aborda a vida de dois casais aparentemente bem resolvidos – a bem-sucedida fotógrafa Anna (Julia Roberts), o médico Larry (Clive Owen), o jornalista Dan (Jude Law) e a stripper Alice (Natalie Portman). Mas, se olharmos mais de perto (assim como sugere o título), eles não são tão bem resolvidos assim. Ao longo da trama, traições, mentiras e reconciliações expõem toda a insegurança e hipocrisia dos personagens, envoltos em mágoas, ressentimentos e atitudes egoístas. É... relacionamentos podem ser bem complicados.

“Despedida em Las Vegas”

Ben Sanderson é um dramaturgo de Hollywood que perde tudo (de material e imaterial) por causa do alcoolismo. Então vai para Las Vegas decidido a beber até morrer. Lá ele conhece Sera (Elisabeth Shue), uma prostituta maltratada por seu cafetão. Cada um, com suas mazelas, acaba encontrando no outro uma espécie de refúgio sem julgamentos (ela não pede que ele pare de beber, e ele não recrimina a ocupação dela). Mas, como relações são complexas, com o tempo vem a frustração de um com o comportamento do outro. O filme não traz uma história bonitinha entre duas pessoas. Pelo contrário, mostra sempre que o poço pode ser mais fundo, e as reviravoltas podem ser para a pior. Relacionamentos abusivos e que não melhoram nenhum aspecto da condição humana.

“Complicações do Amor”

Ethan (Mark Duplass) e Sophie (Elisabeth Moss) estão juntos há muitos anos, mas atravessam uma crise conjugal. Para tentarem recuperar a relação e resgatarem a química do início do relacionamento, resolvem passar o fim de semana em um chalé isolado. A princípio as coisas parecem se encaminhar para essa reconciliação, mas na verdade eles se deparam com algo que jamais poderiam imaginar. Para descobrir mais, vale assistir ao filme, que é um misto de drama e ficção científica, e que também deixa a mensagem de como é difícil viver a dois e como pode ser frustrante criar expectativas sobre o outro.

É por isso que ficar sozinho muitas vezes é mais compensador, pois não precisamos esperar nada de ninguém.

“Frida”

O filme retrata a história da aclamada pintora mexicana Frida Kahlo, desde a adolescência até seus últimos dias de vida. Além de mostrar toda a evolução da sua obra, também aborda as relações amorosas da pintora – seu casamento com o artista Diego Rivera, casos com outros homens e também com mulheres – e a influência delas em suas obras. Em especial, sua relação com o marido e o perdão pelas incontáveis traições dele nos dizem muito sobre a falta de autoestima e a necessidade de basear-se no outro para manter uma imagem de valor sobre nós mesmos.

Conheça a emblemática Frida Kahlo!

“Lua de Fel”

Nigel (Hugh Grant) e Fiona (Kristin Scott Thomas) são um casal que embarca em um cruzeiro para tentar salvar o seu morno casamento. Lá conhecem a sensual Mimi (Emmanuelle Seigner) e seu marido, Oscar (Peter Coyote). Ao perceber que Nigel está interessado em Mimi, Oscar decide contar toda a história do seu relacionamento – que vai do amor ardente ao ódio mortal. Relações intensas e excessivas sempre escondem uma toxicidade que pode levar relacionamentos – e pessoas – a sucumbirem.

“Casablanca”

Durante a 2ª Guerra Mundial, o exilado americano Rick Blaine (Humphrey Bogart) vive na cidade de Casablanca, onde é dono de um famoso café. Um belo dia reencontra Ilsa (Ingrid Bergman), seu grande amor do passado, e a paixão entre os dois se reacende. Os dois vão enfrentar tudo para fugir juntos. Um final que se tornou inesquecível, porém nada feliz para quem torcia pelos dois. Seria sobre abrir mão do amor para deixar o outro ser feliz ou uma questão de honra em nome da política?

“Foi Apenas um Sonho”

Frank (Leonardo DiCaprio) e April (Kate Winslet) formam um casal aparentemente feliz. Eles vivem em um subúrbio nos EUA dos anos 50. Frank tem um trabalho que odeia, mas é bem remunerado; já April abandonou o sonho de ser atriz para se tornar dona de casa. Os dois vivem o dilema: viver uma vida monótona, porém segura, ou arriscar tudo em nome de uma suposta felicidade? Para variar, o desfecho não é o esperado.

A impressão é a de que a grama do vizinho sempre é mais verde, e que não somos capazes de perceber que a felicidade não é algo que vamos encontrar fora de nós.

“Dormindo com o Inimigo”

Fechando a lista com chave de ouro, um filme cujo título é a referência atual para relacionamentos abusivos. Laura (Julia Roberts) parece ter encontrado o homem perfeito, Martin (Patrick Bergin). Bonito, carismático e sedutor. O casamento tem aquele início dos sonhos. Como todo relacionamento tóxico, com o tempo Laura vai descobrindo a verdadeira face de Martin: compulsivo, ciumento, controlador e violento. Para sair do relacionamento, ela simula a própria morte e vai tentar reconstruir sua vida. O que inicialmente consegue, até que seu ex-marido descobre seu paradeiro e passa a persegui-la. Parceiros tóxicos sempre dão sinais. Aqui vale muito a máxima “Antes só do que (muito) mal-acompanhado”.

Listas com tudo o que você precisa saber sobre o mundo do cinema!