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Você tem medo de se apaixonar?

Recusar alguns sentimentos é normal quando já passamos por momentos difíceis, principalmente como uma forma de se proteger. Mas blindar o coração contra o amor pode ser algo muito prejudicial. Liberte-se e permita que o amor entre em sua vida!

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Cada amor é diferente

Lembrete essencial para quem se machucou por amor no passado: você não está vivendo a mesma história. Não é mais aquele alguém que te decepcionou, assim como você não é mais a mesma pessoa. Comparações não vão te levar a lugar algum, assim como perder a fé nas pessoas. Pare de esperar que rejeições e sofrimentos se repetem. Outros homens e mulheres podem ser parceiros maravilhosos se você se desapegar de dores antigas e parar de afastá-los temendo novas desilusões.

O porquê do medo

Não existe uma razão única porque certas pessoas ficam com medo de se apaixonar. Conhecem alguém sensacional, começam a querer passar mais e mais tempo com a outra pessoa, sentem borboletas na barriga e aí já querem se afastar. Acham que paixão não é para elas. O medo pode vir de traumas passados, términos, traições, decepções ou até algo não relacionado a relacionamentos antigos, como receio de perder o controle ou expor seus sentimentos. O primeiro passo para superar o medo é reconhecer suas origens.

Se entregar

Se apaixonar exige uma certa dose de vulnerabilidade e essa é uma das principais razões porque tanta gente tem medo. Você precisa se entregar, seus sentimentos ficam mais expostos e você passa a ter alguém com quem se preocupar. Embora assuste, essa é também uma das melhores fases da paixão. É quando existe mais diversão, quando se abandona a seriedade da vida por um momento para curtir um frio na barriga que leva a acreditar que tudo seja possível. Mas decidir seguir uma paixão não é tão sério assim. É apenas o primeiro passo no que pode virar ou não um relacionamento sério. Em geral, os riscos são menores do que as vantagens, então porque não se jogar de cabeça? Preservar-se nesse momento impede que muita coisa boa aconteça.

Viver o momento presente

Assim como é preciso deixar o passado para trás, preocupar-se com o futuro também pode faz mal quando você está se arriscando numa paixão. Não fique pensando na hora do término, nem mesmo em se ainda haverá amor suficiente quando baixar a intensidade do início da paixão. Você não é adivinha, portanto, concentre-se no que tem agora. Muito mais triste do que um eventual término ou desilusão, é se você deixar de aproveitar o momento que está vivendo agora. Acredite: independente do futuro, o presente vale a pena!

Enfrente seus receios

Qualquer que seja o motivo para ter medo, vale a pena enfrentá-lo. Entenda que todo mundo tem medo, alguns de altura, outros de palhaços, mas tem coragem quem conhece e enfrenta seus medos. O de se apaixonar não é diferente. Ele impede que você viva experiências importante e aproveite sua vida ao máximo. Por isso, pense bem nas razões pelas quais você tem lutado contra a vontade de se apaixonar e enfrente-as. Tenha em mente as recompensas que conquistará quando superar esse medo.

Otimismo

Ser otimista é bom em qualquer momento ou situação. É diferente de ser ingênuo ou se iludir, porque positividade é essencial para se ter uma vida realizada. Ou seja, ser otimista não é se envolver com alguém que já provou ser encrenca, mas sim não fugir das pessoas antes de dar a elas uma chance. Existe mais gente boa do que ruim no mundo, então vale a pena esperar o melhor, buscar os pontos positivos e até acreditar que essa pessoa entrou na sua vida por um motivo. Que tal ficar para ver qual esse pode ser?

Acredite no amor

Ninguém está sugerindo que você volte ao tempo em que acreditava que o príncipe encantado apareceria magicamente para te levar para viver feliz para sempre. Mas acreditar no amor real, isso você deve fazer sim. Pense em quantas pessoas você conhece que viveram um amor verdadeiro, que realmente fez bem a elas — não necessariamente casamentos que duraram a vida toda, afinal, amor não se mede por duração, mas por intensidade, e nada precisa ser eterno para ser real. Com certeza, serão muitas essas pessoas. Um amor assim também pode chegar na sua vida, se você estiver disposta a encontrá-lo.

 

Conhecer e amar a si mesma

A baixa autoestima é um dos fatores que mais leva pessoas a temer uma paixão. Acreditam que ninguém possa gostar delas ou sofrem o risco de cair em relacionamentos abusivos — quando o parceiro as leva a acreditar de verdade nisso. É preciso sair desse ciclo, buscar o autoconhecimento e, acima de tudo, o amor-próprio. Você só é feliz de verdade quando se valoriza, aprecia a pessoa que é e muda para satisfazer a si mesma. Muita gente vai acabar se apaixonando por você, mas ainda mais importante é que você se ame. E isso basta.

Viver cada oportunidade

O motivo pelo qual vale a pena enfrentar o medo de se apaixonar se resume a uma ideia: não perder chances de ser feliz. A felicidade não é um estado constante, ela é feita de momentos. Fugir de paixões pode nos preservar da dor, mas nos priva de inúmeras chances de ser feliz. Mesmo se não der certo, mesmo se acabar, apenas o fato de você poder ter aproveitado ao máximo aqueles momentos antes do fim é motivo suficiente para se arriscar.

Comunicação

Entender as raízes do medo de se apaixonar pode significar a necessidade de uma conversa. Com amigos, com a família, com o próprio potencial parceiro e às vezes até com um profissional. Sinceridade e compreensão são a chave para uma vida emocional saudável e o medo de se apaixonar pode existir em função de barreiras pessoais que precisem ser trabalhadas de verdade. Ou seja, antes de pensar que se apaixonar é besteira e que você não precisa disso, preste atenção em seus sentimentos. Talvez tudo o que você precise é se abrir um pouco.

Razão x sentimentos

Em excesso, tudo pode ser ruim. Tanto se entregar demais aos sentimentos quanto se fechar a eles para viver uma vida apenas racional. Em geral, quem tem medo de se apaixonar acredita que seguir a razão é melhor do que viver grandes arroubos emocionais. Mas isso não é necessariamente verdade. Embora seja necessário ouvir a razão quando se pensa em comprar ou não um carro, por exemplo, é importante lembrar duas coisas: a primeira, quando se trata especificamente de seus sentimentos, seu coração importa mais que o cérebro; a segunda, mesmos nas questões práticas, os sentimentos ainda permeiam a decisão final. O equilíbrio, portanto, é necessário em relação a tudo. Sempre.

Controle

Para quem acha que precisa estar no controle de tudo o tempo todo, a paixão é um baque. Todo apaixonado é um pouco descontrolado. Isso não significa nada de ruim, apenas que você terá de deixar para trás algumas certezas, terá que compreender que às vezes o destino simplesmente não está em suas mãos, que é divertido não saber toda vez qual será seu próximo passo. Só que isso é verdade o tempo todo, a paixão apenas escancara esses fatos. Portanto, não há nada de mal em conscientemente abandonar um pouco o controle da sua vida para viver uma paixão. Isso pode, inclusive, ser muito libertador.

Confiança

Confiar em outras pessoas pode ser extremamente difícil para quem já se machucou antes. O processo de se abrir novamente para os outros, porém, depende muito da própria pessoa. Ela deve confiar não apenas nos outros, mas também em si mesma. Acreditar que é capaz de analisar pessoas e situações e ver quem é digno de sua confiança ou não. Tem muito a ver com positividade: confiar que o universo é um lugar bom e que boas oportunidades podem surgir.

Aceitar perdas

O medo de se apaixonar tem muito a ver com o medo do desapego. Às vezes, porque você tem medo porque ainda não superou uma dor antiga, às vezes porque teme uma dor futura, às vezes porque não consegue aceitar a ideia de se aproximar de alguém que pode acabar se afastando de você. Para superar tudo isso, é preciso deixar para trás certos pensamentos e valores. É preciso parar de viver no passado e aceitar que não se sabe o futuro. Aceitar que pessoas vêm e vão de nossas vidas. Nada é eterno e por isso que é tão importante saber se desapegar e aprender a viver o momento.

Todos os tipos de felicidade

Um dos riscos de se apaixonar é conhecer uma felicidade que pode acabar indo embora. Mas sempre existem outras felicidades. Perder uma delas não significa que você não poderá ser feliz de outra forma. Não significa que outro amor não virá para te fazer feliz de novo. Da mesma forma, se apaixonar não pode ser sinônimo de fechar os olhos para outras formas de ser feliz. Entregar-se à paixão, portanto, é permitir-se ser feliz de um jeito entre tantos outros.

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