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Patrícia Poeta

Saiba o que Patrícia Poeta, a apresentadora do Jornal Nacional, pensa sobre família e carreira. E fique por dentro dos pontos de vista da jornalista.

19/10/1976
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Mãe presente

Patrícia Poeta

Sempre acordo sabendo como será meu dia e o do meu filho. A programação do Felipe está feita. Dá trabalho? Dá, mas, com organização, não preciso abrir mão de nada.

Não faltará amor

Patrícia Poeta

Tenho certeza de que não faltará amor para o segundo filho - e digo isso por mim e pelo meu marido. O Felipe também vai ajudar a brincar, a cuidar. Ele adora crianças, adora os colegas da escola. Sempre é muito carinhoso.

 

Caso Nardoni

Patrícia Poeta

Vou lembrar para o resto da vida do caso de Ana Carolina, a mãe de Isabella Nardoni. Eu a entrevistei por horas e, quando cheguei em casa, entrei no banho e chorei muito.

Cinco anos em NY

Patrícia Poeta

Serviu para eu aprender, desde nova, a me organizar. E para criar com Amauri uma cumplicidade ainda maior, porque éramos só nós, sem família por perto. A gente se ajudava o tempo todo.

Correria

Patrícia Poeta

Sou editora-executiva do Jornal Nacional e tenho várias funções. Nessa correria toda, não dá tempo para ficar entrando na internet e vendo o que estão falando de mim.

Notícias sobre crianças

Patrícia Poeta

No ano passado, dei uma notícia sobre uma mãe que tinha perdido a filha. Coincidentemente, a mãe era uma colega de trabalho. Eu acompanhei tudo, fui ao hospital... Então foi muito difícil dar aquela notícia no ar. Até hoje, quando a encontro no corredor da Globo, fico comovida.

Admirada

Patrícia Poeta

Fico admirada com a força que encontram em algum lugar - na fé, na amizade ou no carinho da família. Depois, elas também ajudam outras mães que passam pela mesma situação. Vi muito isso acontecer.

Emoção antes de dar a notícia

Patrícia Poeta

Nunca vou esquecer o caso da mãe de um estudante de medicina que morreu brutalmente, assassinado na própria casa. Ela era gari e trabalhava para dar ao filho a vida que não teve. Ele era um estudante brilhante. Tinha estado no Fantástico, pois era exemplo de como é possível chegar lá. E então o menino morre... No dia de dar a notícia, eu e o Zeca Camargo choramos no camarim antes de o programa começar.