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Henrique Fogaça

Começou devagar, vendendo lanches em uma Kombi, mas aos poucos foi conquistando seu espaço e a admiração de chefs renomados. Com determinação, alcançou o sucesso e o reconhecimento. Ele diz o que pensa sem enrolação.

01/04/1976
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MasterChef

Henrique Fogaça

O MasterChef é uma extensão do que eu faço no meu dia a dia. Me sinto muito à vontade. A repercussão que o programa está tendo é muito louca. O movimento no Sal aumentou bastante.

Disciplina

Henrique Fogaça

Eu tenho a minha banda, minha moto, meu skate, meus projetos sociais, minha cozinha. A cozinha é uma diversão, mas é a mais disciplinada e mais regrada de todas elas.

Conselhos

Henrique Fogaça

Boa energia na cozinha é essencial. Outra dica que posso dar é que na cozinha menos é mais. Inventar e ousar nunca é a melhor opção. Não é fácil fazer o simples bem feito. Imagine fazer algo ousado. E persistência sempre e força de vontade, pra tudo, não só na cozinha. Se não deu certo hoje, amanhã vai ter que dar.

Prato preferido?

Henrique Fogaça

Eu gosto de carnes. Não tenho um prato preferido, mas gosto de carnes em geral. Gosto porque você pode fazer uma carne diferente de acordo com a técnica que utiliza. Por exemplo, um cozimento mais acelerado, um mais demorado. No Sal, por exemplo, gosto muito do Ragú de Javali que acompanha o Nhoque de Mandioquinha. Foi uma carne que eu levei um tempo pra fazer porque é uma carne seca, você tem que pensar um pouco em como deixá-la no ponto. Também gosto de Atum. O Sal Gastronomia está completando 10 anos e o Atum é um dos poucos pratos que nunca saíram do cardápio. É um prato que já teve vários acompanhamentos, mas há um tempo acredito ter encontrado o ideal. Hoje ele é acompanhado por arroz negro. Um prato muito saboroso e colorido. Atrai pela aparência e ainda mais pelo sabor.

(Foto: Ragú de Javali com nhoque de mandioquinha)

 

Comida farta

Henrique Fogaça

Minha praia é comida farta. Comida não deve ser artigo de luxo. É uma relação de sobrevivência, de prazer, e não pode ser tratada como algo acessível para poucos.

Culinária brasileira

Henrique Fogaça

A culinária brasileira é muito rica em sabores. Temos um território imenso, são diferentes culturas dentro de um país. É como se fossem vários países dentro de um só. Costumo dizer que não estamos atrás de culinária nenhuma.

Sem vida

Henrique Fogaça

Eu tenho uma filha especial e há algum tempo precisei ficar com ela no hospital e precisei comer lá. Sua comida me lembrou a comida de lá. Sem sal, sem gosto, sem vida.

Olívia

Henrique Fogaça

Quando ela nasceu, a Olívia passou alguns dias no Albert Einstein. Mas, depois de vinte dias, tivemos que levá-la ao Sírio-Libanês e lá ela ficou quase um ano. Neste meio tempo, nós conversamos com diversos médicos especialistas, que nos atenderam com muita atenção. Hoje, a Olívia mora em casa e continua tendo todo o cuidado que precisa, além de receber muito carinho dos nossos amigos e da família.

Tatuagens

Henrique Fogaça

A primeira [tatuagem] foi aos 15 anos, daí nunca mais parei. Do pescoço à cintura, incluindo os braços, é tudo fechado. Um dia vou ver se paro para tentar levantar o número total.

Fardos

Henrique Fogaça

Se você não consegue cozinhar para a gente, então pensa nos seus filhos. Minha grande frustração é não poder cozinhar para a minha filha. Ela se alimenta por sonda, não sente gosto, se sente, não pode falar. Mas cada um com seus problemas, cada um tem seu fardo para carregar.

Redes sociais

Henrique Fogaça

Eu consigo acompanhar nos meus perfis no Facebook e no Instagram, onde as pessoas publicam muitos comentários. Algumas coisas me marcam. Mas não costumo acompanhar muito mais que isso.

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