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Natália do Vale

Atuando desde 1975, Natália do Vale já tem mais de 40 anos de carreira e uma lista enorme de personagens marcantes. Ela já deu vida à Helena, de A Próxima Vítima e Sílvia, de Mulheres Apaixonadas, além de participações no cinema e no teatro. Veja frases e pensamentos da atriz:

06/03/1956

Carreira de atriz

Natália do Vale

A vocação de atriz sempre esteve presente em minha vida. No colégio já fazia teatro amador. Mas venho de uma família de classe média que achava importante botar os filhos para estudar. Sou filha de portugueses, corretor de imóveis que imigraram para o Brasil em busca de um futuro melhor. Desde pequena sabia das dificuldades que enfrentavam. Acabei desenvolvendo um senso de responsabilidade fora do normal. Com 12 anos ficava pensando como os meus pais deviam se sacrificar para que os filhos estudassem. Sentia que precisava corresponder ao esforço deles. Eu estudava no Pedro II, um colégio forte. Não havia nem televisão em casa, porque meu pai achava que tirava a concentração nos estudos. Então era natural que fosse atrás de uma formação acadêmica. Eu queria ter a experiência de morar em outra cidade, fora do Rio, porque em casa me sentia um pouco presa. Entrei na faculdade de filosofia da Universidade de São Paulo.

Mãe de Julia Lemmertz na ficção

Natália do Vale

Por questões emocionais, a parte mais comovente para mim é fazer a mãe da Julia. A Lilian Lemmertz fez a minha mãe em Final Feliz (1982) e nós já havíamos trabalhado juntas em Baila Comigo (1981). Ficamos muito próximas, muito amigas. Ela me ensinou muito do que sei hoje sobre como lidar, trabalhar e passar a emoção. Lá no fundo do meu coração, sempre que via a Julinha, achava que um dia faria a mãe dela. E o engraçado é que fiz mesmo!

Personagem Chica na novela Em Família

Natália do Vale

Sempre faço umas mulheres malucas, né? Sou um tanto também. Por isso, gosto de levá-las um pouco para a maluquice. Chica é agregadora, amiga, conciliadora, aquela que aconselha, aconchega, une e protege. Sou um pouco assim. E ela ainda é avó, primeira vez que faço esse papel, o que dá mesmo a sensação de ser o centro da família. Agradeço tanto ao Maneco por ter escrito essa personagem para mim. Ele nem sabe as muitas coincidências com a minha vida pessoal que venho encontrando ao longo do texto.