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Elizângela

Elizângela começou na TV como apresentadora, iniciou a vida de cantora por amor à profissão e começou a atuar em novelas nos anos 1970. De lá para cá, coleciona grandes personagens e tem uma das carreiras mais sólidas da atualidade. Quer conhecê-la melhor? Veja frases e pensamentos da atriz!

11/12/1955
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Intimidade

Elizângela

Sou uma pessoa muito reservada, mas não tenho nada a esconder. Acho que qualquer pai e mãe fica apreensivo com relação ao tipo de comportamento que as pessoas possam ter. Mas se você não fica escondida no armário, se é uma pessoa como a minha filha, que tem uma personalidade que não se importa com determinadas coisas e vive a vida dela, ponto final. Até porque isso é absolutamente normal, mas tem a apreensão de como as pessoas vão reagir.

Filha

Elizângela

Soube que a minha filha é gay há muitos anos. É claro que a gente se surpreende, mas nada que seja um bicho de sete cabeças, afinal de contas, a gente vem para cá para ser feliz, não é?

Teatro

Elizângela

Acho que toda pessoa deveria fazer um curso de teatro. Isso te dá uma liberdade interior, um horizonte para as coisas. Você se abre para enxergar o mundo de uma forma mais clara, discursa. Acho que é por isso que geralmente o artista não tem preconceito.

Moda

Elizângela

Sou bem tradicional, bem clássica para me vestir. Uso muito jeans, tudo dentro do normalzinho, nada espalhafatoso ou fashion.

Mulher do povo

Elizângela

Sou e não sou. Converso com todo mundo, não tenho saco para frescura, gosto de gente. Mas, por outro lado, sou discreta e reservada. Não divido minha intimidade com todo mundo, jamais vou mostrar, por exemplo, o meu quarto. Não condeno quem o faça, só que o meu jeito não combina com essa exposição.

 

Tranquilidade

Elizângela

Decidi me mudar quando o Recreio, onde morava, ficou barulhento, com trânsito pesado. Encontrei uma casa na subida da serra de Teresópolis, onde acordo com os passarinhos, tenho meu lazer, meu conforto.

Envelhecer

Elizângela

Envelhecer é uma droga, independentemente de ser diante do público ou não. Mas não adianta esquentar a cabeça. É um caminho sem volta para todo mundo.

Convites

Elizângela

Quando fui chamada para posar nua, pensei na minha filha, no porteiro, no homem da banca de jornal. O cachê era muito bom, mas dinheiro nenhum paga a minha intimidade. Minha intimidade não é do mundo.

Nome artístico

Elizângela

Quando eu comecei, eu usava o meu sobrenome que é Vergueiro. Só que, então, o Moacyr Deriquém, que era do departamento de elenco, chegou para minha mãe e falou: 'Olha, o nome dela já é diferente, é um nome longo. Tira o Vergueiro e deixa só Elizângela'. E aí ficou.

Carreira como cantora

Elizângela

Eu poderia estar rica hoje. Era um absurdo o que eles pagavam para os cantores naquela época. Uma grana! As pessoas tinham um compacto de duas músicas e faziam show com isso. E elas nem cantavam. Elas dublavam. Mas não era aquele o propósito pra minha carreira. Eu queria fazer um disco, um LP, ter banda, repertório.

Hipocrisia

Elizângela

As pessoas são hipócritas. A gente escuta por aí as coisas mais absurdas, do tipo ‘prefiro ter um filho traficante do que um filho gay’. Escutamos as coisas mais absurdas, infelizmente. Eu tenho é muito orgulho de ter uma filha gay e íntegra. O fundamental é o respeito que a gente tem que ter. As pessoas têm que se respeitar e se amar mais.

Bom-humor

Elizângela

O que me deixava de mau humor era estar malcasada (risos). Já tive essa fase, mas só até perceber que o mau humor era gerado por uma situação indesejada. É da minha natureza sempre sorrir. Pareço uma hiena, acho graça de tudo.

Companhias

Elizângela

Não vejo necessidade em estar casada, em ter um homem ao meu lado. Namorado é um complemento para a vida. É bom ter um companheiro, mesmo que não more junto. Mas, se não tiver, não faz mal. Fico muito bem comigo mesma.

Papel de mãe

Elizângela

Sou uma mãe amiga, mas que sempre deu limites. Marcelle não me deu trabalho. Éramos só nós duas, a gente conversava sobre sexo abertamente. Minha criação foi bem diferente. O máximo que minha mãe fez foi me dar um livro sobre o assunto. Não tinha troca. Até contato físico, de abraço, não era usual. Havia um distanciamento. Com o tempo, fui mudando essa história.

Separação

Elizângela

Quando me separei, minha filha era pequena e ela ia todos os fins de semana para a casa do pai. Então, eu ia ao cinema sozinha, saía para jantar sozinha, tomava um drinque sozinha.

Rebeldia

Elizângela

Só dei trabalho para a minha mãe quando conheci o pai da minha filha. Ela se assustou porque eu era muito tranquila e, de repente, me apaixonei e saí do eixo. Eu me casei com 18 anos, depois de um ano e três meses de namoro. Com cinco meses de casada, engravidei da minha filha, a coisa mais linda da minha vida.

Julgamentos

Elizângela

Não me preocupo com o que vão dizer sobre mim, já passei desse estágio há muito tempo. A gente vive melhor quando toma consciência de que não tem que dar satisfação a ninguém. Fica tudo mais leve. É o caminho para o equilíbrio e a felicidade.