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Alice Braga

Grande atriz brasileira de destaque internacional. Alice Braga é sucesso absoluto. Conheça mais sobre a carreira e pensamentos desta talentosa mulher.

15/04/1983
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Cidade Baixa

Alice Braga

Esse foi um filme muito especial para a gente. O Wagner é um ator referência e sempre foi. Sabe A Máquina [peça de João Falcão, que mais tarde também virou filme]? Eu vi e pirei com os trabalhos dele e do Lázaro. O Wagner virou um ídolo para mim. Quando peguei o Cidade Baixa foi muito emocionante, porque tive a oportunidade de trabalhar com ele e aprender o que realmente acredito que seja atuar. Realmente, desde a primeira vez em que o vi em ação, eu senti isso. O Cidade Baixa foi, para mim, essa virada para o que eu realmente queria fazer.

Elysium

Alice Braga

Eu não sinto que o Neill quis fazer uma previsão, mas, como é um filme que se passa em 2154, as pessoas acham que isso pode ser uma previsão. Na minha opinião, da primeira vez que eu vi o filme, eu sinto como se o Neill gostasse de trabalhar como questões realmente atuais. O filme pode ter espaçonaves [e tecnologia futurista], mas quando se está na Terra, a favela, a violência, a gente vê isso [atualmente].
Eu não sinto que o filme seja uma previsão, mas eu sinto que [o diretor] cria uma história para cutucar. Não sei se isso é o futuro; acho que eu sou que nem o Wagner: eu sou otimista. Mas eu sinto que a mudança tem que estar na gente. Se a gente não mudar, nada vai mudar. Tem que ter mudança, para ter transformação.

Parte física em cada atuação

Alice Braga

É divertidíssimo, porque é um desafio: ter de enfrentar coisas diferentes para cada personagem. Esses filmes de ação são específicos, de entretenimento e tudo mais, mas exigem boa forma física. Mas é bem legal. Voltando ao que você falou sobre a coisa das escolhas, é engraçado – eu adoro fazer filmes. Por exemplo, fiz o da Lina Chamie [A Via Láctea, de 2007], fiz agora um com a Mini Kerti que se chama Muitos Homens num Só, que é de época. Estou fazendo esse com o Gael García Bernal [El Ardor], na Argentina, que é um filme supersilencioso, é lindo. O diretor [Pablo Fendrik] diz que é um western no meio da selva. Então, tenho vontade de fazer um pouco de tudo. Fazer um filme mega de ação não me impede de fazer outras coisas. Eu quero é fazer cinema onde seja – na Argentina, no Rio, no México, na Espanha.

Possíveis críticas

Alice Braga

É... Poxa, você está dando a cara para bater. Não só no Brasil, mas, principalmente por ser brasileira, nosso país está olhando. Sempre evitei pensar nisso e fui muito pelo meu desejo: nunca tive um plano de carreira, nunca pensei demais no que quero fazer, como quero fazer. Deixei as coisas irem acontecendo e fico muito feliz. As pessoas criticam, mas faço porque gosto de cinema, não sou crítica. Se a pessoa deseja fazer, ela tem que fazer, tem de vir do coração. É óbvio que dá aquele frio na barriga: “O que vão pensar?” No sentido de “será que fiz bem, será que não fiz mal?” Todos os atores têm isso. E as pessoas têm o direi to de pensar o que elas querem. Eu fico triste sobre o que falaram do Rodrigo porque ele é um ator superbacana. Acho que foi supergratuito e não é porque ele é meu amigo, é porque eu realmente acho. Puxa, ele é um ator que cresceu muito ao longo dos anos, estudou, batalhou e tudo mais. Foi lá fora trabalhar e conseguiu oportunidades. É difícil conseguir um megapapel. O Wagner teve uma coisa que é totalmente fora da curva [para um estrangeiro em Hollywood], um puta personagem no primeiro filme.